quarta-feira, 27 de maio de 2015

Vitória do magistério! Proibida escolha de vagas

Saiu liminar favorável aos professores, impedindo a contratação de professores na vaga dos grevistas. Esta medida é uma vitória da categoria que está em greve há 64 dias.
O ato desta tarde, que acontecerá no CEJA, para acompanhar a escolha de vagas, está mantido. O governo pode não ter sido notificado oficialmente. PORTANTO, TOD@S NO CEJA ÀS 13H.





terça-feira, 26 de maio de 2015

ATO NO CEJA

Pela Quarta vez a GERED Joinville tentará arbitrariamente fazer a chamada pública para professores substitutos de grevistas. 
Nós do Comando de Greve mais uma vez estaremos lá para impedir. 

VENHAM TOD@S. 

GRANDE ATO NO CEJA ÀS 13h.


segunda-feira, 25 de maio de 2015

ATO NO CEDUP


GRANDE ATO NO CEDUP.

HOJE ÀS 13h.

TODOS AO CEDUP!!!

Você vai pegar as aulas de quem está na greve? NÃO

sábado, 23 de maio de 2015

Reunião e Ato nesta segunda-feira

O Comando de Greve Regional convida tod@s professor@s a participar de importante reunião nesta segunda-feira às 8h para discutir os próximos passos de nosso movimento grevista. Também reforçamos o convite para participação no Ato contra a contatação de professores no lugar de grevistas, que será realizada também nesta segunda, 25 às 14h no CEDUP. Atitude ilegal do Governo Colombo/Deschamps.
É hora de darmos uma resposta a altura dos ataques realizados pelo governo contra o movimento grevista legítimo. 
#GREVESEMMEDO

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Requerimento para devolução de descontos.

Como aprovado na última Assembleia Estadual, comando de greve e Sinte elaboraram critérios de devolução de parte dos descontos da ultima folha de pagamento. 

Alguns critérios importantes:
- Todos devem ler com atenção as orientações apresentadas.
- Os requerimentos deverão ser protocolados no Sinte regional até o dia 28/05.
- Somente os trabalhadores que continuam na Greve terão o direito à esta devolução. 
- Anexar o contra-cheque do mês de ABRIL.
- A devolução será realizada a partir de 1º de junho.


Movimento Grevista impede contratação de novos professores

Como anunciado ontem pelo blog, o movimento grevista realizou importante ato contra a contratação de novos professores nas vagas de grevistas. 
Após forte pressão, a gerência de Joinville consultou a SED e decidiram cancelar a chamada das vagas de grevistas. Chamaram apenas as vagas vinculadas a licença saúde. 

Essa foi uma importante vitória parcial, visto que  as vagas poderão ser colocadas de novo a disposição nesta sexta-feira.

Se preciso estaremos lá novamente para barrar mais esse ataque a educação.


Confira algumas fotos. 









quarta-feira, 20 de maio de 2015

GOVERNO QUER CONTRATAR TRABALHADORES DE FORMA IRREGULAR

Em mais uma atitude autoritária, Governador Colombo, através das Gerências de Educação quer contratar trabalhadores para substituir grevistas. A legislação estabelece diretrizes para a não contratação desses trabalhadores veja o que diz a lei da greve e a lei dos ACTs.

- LEI Nº 7.783, DE 28 DE JUNHO DE 1989.
Art. 1º É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender.
Parágrafo único. O direito de greve será exercido na forma estabelecida nesta Lei.
Art. 7º. Parágrafo único. É vedada a rescisão de contrato de trabalho durante a greve, bem como a contratação de trabalhadores substitutos, exceto na ocorrência das hipóteses previstas nos arts. 9º e 14.

- LEI Nº 456, DE 11 DE AGOSTO DE 2009 (LEI DO ACT).
Art. 17. A Secretaria de Estado da Educação providenciará o levantamento das vagas a serem oferecidas para admissão em caráter temporário, bem como a sua divulgação e publicação em informativo eletrônico, no prazo de 3 (três) dias antes da data estabelecida para a escolha de vagas.

Art. 24. As admissões em caráter temporário serão efetuadas mediante contrato de trabalho firmado pelo contratado na Gerência de Educação da Secretaria de Desenvolvimento Regional onde ocorrer sua atuação e convalidada pela portaria do Secretário de Estado da Educação, não podendo o prazo de vigência ser inferior a 15 (quinze) dias.

FORTALEÇA ESTA LUTA. #GREVESEMMEDO


TODOS AO ATO HOJE ÀS 16h NO CEDUP


terça-feira, 19 de maio de 2015

Contratações são ilegais

Governador Colombo, através da SED anunciou contratação de novos professores nas vagas daqueles que exercem seu direito constitucional de greve. 
O Departamento Jurídico do sinte já foi acionado e medidas estão sendo tomadas. 
O Sinte Joinville fará uma importante manifestação amanhã às 16h no CEDUP para impedir o processo de escolha de vagas. 

TODOS AO CEDUP NESTA QUARTA-FEIRA ÀS 16h

Abaixo noticia relacionada sobre o assunto. Da pagina do sinte Estadual

http://sinte-sc.org.br/mobilizacao/juridico-do-sinte-orienta-sobre-ameacas-de-contratacoes-de-acts-na-greve/

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Nota política sobre a morte de Luiz Henrique da Silveira

No último domingo (10/05) fomos surpreendidos com a morte do Senador Luiz Henrique da Silveira. Devemos lamentar?
Depende muito do ponto de vista. Seus familiares, seus filhos e parentes, certamente sim. A classe empresarial e política, que tinha ele como um grande estrategista, também. Mas os trabalhadores e a juventude, nem tanto. Esta morte não mudará em nada a sua situação, nem para o bem e nem para o mal.
Nós, trabalhadores em Educação do Estado de Santa Catarina, em nada podemos lamentar. Em oito anos de mandato como governador, muito pouco fez pela Educação e pelos servidores públicos. Tanto em relação à estrutura física das escolas quanto em valorização profissional.
Por muitas vezes não aplicou o percentual mínimo exigido por lei. Não construiu nenhuma nova escola estadual em Joinville, e as reformadas, só aconteceram após interdições.
Atacou a entidade sindical, não respeitando a livre organização sindical. Cortou as liberações sindicais das regionais. Por muito tempo, não recebeu o sindicato para negociar. Não reconhecendo assim, a legítima representação sindical da categoria.
Esperamos que nenhuma escola pública receba seu nome, pois temos muitos professores que fizeram muito mais pela Educação Catarinense do que o Sr. Luiz Henrique da Silveira.

Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública de Ensino do Estado de Santa Catarina – SINTE/ Regional Joinville

Assembleia Estadual

ASSEMBLEIA ESTADUAL
nesta quinta-feira 
em Biguaçu às 14h.

Saída dos ônibus às 10h do Centreventos.

Ligue para o Sinte e reserve sua vaga no ônibus até às 15h.
3026-6354 

terça-feira, 12 de maio de 2015

Assembleia Regional

ATENÇÃO.

Nesta Quarta-feira, dia 13 de maio, 
Assembleia Regional às 14:30h 
no SINSEJ. Rua Lages, 84. 

Discutir a proposta do governo e organizar nossa greve. 

ASSEMBLEIA ESTADUAL EM BIGUAÇU.
NESTA QUINTA-FEIRA AS 14h. 
Saída do ônibus às 10h do centreventos.

Pátria Educadora?


*Texto da Revista Carta Capital
Há seis anos, Marcio de Almeida Ramos deixou o Rio de Janeiro para viver em Colombo, região metropolitana de Curitiba. Como lembrança das origens, tatuou no braço direito a figura do Cristo Redentor. Por causa desse desenho, sua família o reconheceu entre as mais de 200 vítimas da Polícia Militar do Paraná ao vê-lo, pelas redes sociais, ser transportado numa maca pelos corredores da prefeitura de Curitiba, convertida em Pronto Socorro improvisado. Ramos é professor de Geografia e no dia 29 de abril participava das manifestações contra o governador tucano Beto Richa. Uma bomba atingiu uma perna e marcas dos estilhaços ainda são visíveis em seu rosto. Do incidente lembra-se apenas dos efeitos do gás lacrimogêneo. “Só após ser atendido comecei a entender o que ocorreu”.

Na terça-feira 5, o professor era mais um entre os cerca de 20 mil servidores que marcharam pelas ruas da capital paranaense para depositar flores nas grades da Assembleia Legislativa. “Tenho 73 anos e fiz questão de vir hoje aqui”, diz a aposentada Catarina Araújo, que assistiu da janela de casa as cenas de truculência da semana anterior. Desta vez, os policiais se mantiveram afastados. Não houve tumulto. Horas depois, em assembleia realizada no estádio de Vila Capanema, 8 mil docentes da rede estadual decidiram manter a paralisação iniciada em 25 de abril. Os grevistas aguardam uma nova rodada de negociações com o governo para discutir a data-base. Pedem um reajuste de 8,4%, baseado no IPCA dos últimos 12 meses. O estado oferece 5,4%.

Para Walkíria Olegário Mazeto, secretária educacional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná, o conflito foi apenas o desfecho de um longo processo de sucateamento da educação pública estadual. A começar pela escolha do secretário, o engenheiro Fernando Xavier Ferreira. “Ele não tem a menor experiência e conhecimento do que seja educação pública. Seu raciocínio é linear, financeiro e os resultados se resumem ao custo-benefício” avalia. Executivo com passagens por diversas empresas de telefonia, ele ajudou a formatar a privatização das teles a convite de Sergio Motta, ex-ministro das Comunicações de Fernando Henrique Cardoso.

Entre as medidas adotadas pelo então secretário está o encerramento de 2,2 mil turmas, notadamente nas áreas rurais, o que superlotou as salas de aula. Ferreira decretou ainda o fim dos projetos de contraturno escolar e de atividades curriculares complementares para manter os alunos mais tempo na escola, além de dispensar cerca de 33 mil servidores temporários, entre professores, pedagogos, auxiliares de serviços e técnicos administrativos. “Foi um caos. Simplesmente não havia funcionários suficientes para cuidar do dia a dia nas escolas”, diz Mazeto.

Todo esse quadro já sinalizava que, em algum momento, os educadores seriam obrigados a entrar em greve para forçar uma negociação. Esse momento chegou em fevereiro, quando Richa encaminhou um pacote de maldades à Assembleia Legislativa, com a subtração de uma série de direitos inclusos no plano de cargos e salários dos professores, a exemplo do “quinquênio”, adicional incorporado a cada cinco anos de trabalho. No mesmo pacote, propôs a transferência de cerca de 8,5 bilhões de reais da Previdência estadual para o caixa do governo. Manifestantes ocuparam a Assembleia por quase uma semana. Diante da pressão, o tucano retirou os projetos e anunciou a recontratação de 20 mil temporários. Mas, em abril, voltou a insistir nas mudanças do sistema previdenciário. Ao som das bombas da PM, os deputados aprovaram o projeto por 31 votos a 21.

Em solidariedade, professores da rede pública de 16 estados cruzaram os braços em 30 de abril, às vésperas do Dia do Trabalhador. “Não se pode bater em quem educa nossos filhos”, criticou o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro. Até mesmo o presidente do PSDB no Paraná, Valdir Rossoni, usou as redes sociais para condenar os excessos da ação policial.  Segundo ele, Richa deveria tomar medidas para restabelecer “a tranquilidade do povo paranaense. A começar pelos responsáveis pelas atitudes desmedidas, pelos desmandos, pelos exageros. Que sejam exonerados ou que peçam para sair”.

Alvo do fogo amigo, Francischini, conhecido como “Batman do Paraná” e presença frequente em telejornais vespertinos de arma na cintura, tentou transferir a responsabilidade para a PM. Na terça-feira 5, em entrevista coletiva, disse não ter conhecimento sobre o que ocorreria na praça Nossa Senhora da Salette, palco das lamentáveis cenas de truculência. “O controle de uma operação de campo é da polícia. A secretaria é responsável por fazer a gestão da pasta”, afirmou na ocasião.

A reação não tardou. Na quarta-feira 6, em carta assinada por 16 dos 19 coronéis da PM, Cesar Vinícius Kogut, comandante-geral da tropa, disse que o secretário foi alertado “inúmeras vezes” sobre os possíveis desdobramentos da ação. No dia seguinte, o coronel pediu exoneraçãopor "dificuldades intransponíveis" com o comando da Segurança no Estado. Na sexta-feira 8, seria a vez de Francischini entregar sua carta de demissão, repetindo o gesto feito dias antes pelo secretário de Educação.

Parados desde 13 de março, os professores não receberam propostas do governo de São Paulo
Além do Paraná, as greves persistem nas redes estaduais de ensino de São Paulo, Santa Catarina e Pará. Em Pernambuco, acuados por pesadas multas impostas pela Justiça, os educadores suspenderam temporariamente a paralisação após 24 dias. A pausa servirá para retomar as negociações. Uma nova assembleia para decidir os rumos do movimento está agendada para o próximo 21 de abril. “Vários governos só ofereceram reajustes para quem está no início da carreira, uma forma deturpada de cumprir a Lei do Piso”, observa Marta Vanelli, secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.

Instituído por lei federal, o piso nacional para uma jornada de 40 horas foi reajustado neste ano para 1.917 reais, alta de 13,01%. Pernambuco concordou em oferecer esse porcentual apenas para os docentes com ensino médio, cerca de 10% de um total de 49 mil professores da rede. Profissionais com licenciatura plena e 10 anos de serviço teriam direito a 0,89%. Os demais não receberam qualquer oferta. “Destruíram a nossa carreira. Logo mais, todos os professores, independentemente do tempo de casa, estarão nivelados piso”, queixa-se Marinalva Lourenço, secretária-geral do sindicato estadual.

Em Santa Catarina, os professores também reivindicam um reajuste de 13,01% para toda a categoria, e não apenas para quem está abaixo do piso nacional. “Da forma como está, um recém-contratado e um professor com 9 anos de experiência recebe o mesmo salário-base”, lamenta Luiz Carlos Vieira, presidente do sindicato estadual dos educadores.

O secretário de Educação, Eduardo Deschamps, alega ser impossível estender o reajuste de dois dígitos sem comprometer as finanças catarinenses. “O valor do piso cresceu 76% nos últimos quatro anos, muito acima da inflação ou da valorização do salário mínimo. Nesse mesmo período, os recursos do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) aumentaram apenas 36%”, diz Deschamps, que também preside o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed). “Na realidade, o critério usado para o reajuste do piso é insustentável a longo prazo. Ou mudamos a forma de calculá-lo ou precisaremos criar novas formas de financiamento, talvez com alguma ajuda da União.”

Segundo o Plano Nacional de Educação, o Brasil tem até 2020 para equipar os rendimentos dos professores com a média dos demais profissionais com ensino superior. A meta parece, porém, um sonho distante. “A Lei do Piso melhorou os salários iniciais, mas identificamos uma tendência de achatamento ao longo da carreira”, lamenta Maria Dilnéia Espíndola Fernandes, professora da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e coordenadora de uma pesquisa nacional sobre a remuneração docente, cujos resultados serão apresentados em 2016.

Pioneira, a Apeoesp, sindicato dos professores paulistas, passou a cobrar do governo a equiparação dos salários dos docentes com a média dos servidores de São Paulo com ensino superior. Pelos cálculos da entidade, seria necessário um aumento real de 75% nos próximos cinco anos para alcançar a meta. “É evidente que não esperamos receber isso de uma só vez. Mas exigimos que o governo apresente um plano”, diz a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha.

O debate permanece, porém, interditado. Parados desde 13 de março, os grevistas só foram recebidos em duas audiências. Não ouviram propostas. O governador Geraldo Alckmin, do PSDB, esquiva-se da discussão com o argumento da crise, que ameaça a arrecadação no estado. Na tentativa de sufocar o movimento, o governo cortou o ponto dos grevistas. Eles também estão proibidos de entrar nas escolas para conversar com os colegas que não aderiram à paralisação, denuncia Noronha. “Tentam nos asfixiar de todas as formas possíveis, não é só o gás lacrimogêneo que usam contra nós.”

Ranking da OCDE
Nos rankings internacionais, o professor brasileiro figura entre os menos valorizados. Segundo o relatório Education at a Glance 2014, da Organização para a Cooperação Desenvolvimento Econômico, o Brasil paga 10.375 dólares por ano a um docente em início de carreira nas escolas públicas de ensino fundamental. É um terço do valor médio nas nações desenvolvidas da OCDE. Até mesmo países latino-americanos, como Chile e México, pagam bem mais: 17.770 e 15.556 dólares por ano, respectivamente.

A desvalorização dificulta a atração de profissionais qualificados para a carreira docente. Segundo o Censo Escolar de 2013, um quarto dos mais de 2 milhões de professores da educação básica não possui diploma de ensino superior. Nos anos finais do ensino fundamental, apenas 32,8% têm licenciatura na área em que atuam. No ensino médio, o porcentual é de 48,3%. “Hoje, temos um enorme déficit de professores de matemática e física, por exemplo. Os egressos das universidades preferem exercer outras atividades na iniciativa privada ou mesmo no setor público”, diz Fernandes. “Diante de tanto desprestígio, não é uma escolha difícil de entender.”


http://www.cartacapital.com.br/blogs/cartas-da-esplanada/educacao-na-paulada-1290.html

segunda-feira, 4 de maio de 2015

MUDANÇA NA AGENDA.

Assembleia Regional e Assembleia Estadual CANCELADAS
Agenda desta terça-feira, 05 de maio.
- Atos em escolas de Joinville (Manhã e Tarde)
- Representação da Regional no ato em Curitiba (apoio aos professores do PR).
Agenda quarta-feira, dia 06 de maio.
- Grande Ato Estadual em Floripa. (passe seu nome e RG para o SINTE)

sexta-feira, 24 de abril de 2015

SINTE ENTRA COM DUAS AÇÕES JUDICIAIS PARA DEFENDER O DIREITO DE GREVE

O secretário da Educação, Eduardo Deschamps, insiste em continuar com a política de perseguição e punição aos trabalhadores em educação que estão em greve. Como ele havia anunciado, os descontos estão correndo. Nesse sentido, o SINTE/SC tomou duas medidas judiciais, a primeira com o Mandado de Segurança n° 2015.022302-0, com o objetivo de garantir o exercício do direito de greve principalmente aos professores ACTs que foram ameaçados de terem seus contratos temporários encerrados e aos professores em estágio probatório, que também sofreram ameaças.

A segunda medida é a Ação Declaratória n° 2015.021384-7 no intuito de assegurar a declaração da legalidade e legitimidade da greve, bem como de solicitar a anulação de todos os atos administrativos que visam amedrontar e punir os trabalhadores que estão em greve. Em ambas as ações, o SINTE/SC pediu que a antecipação de tutela fosse analisada e deferida pelo judiciário. No caso da Ação Declaratória, a assessoria jurídica fez um pedido de reconsideração, anexando os comprovantes de pagamento com os descontos, pedindo que a liminar fosse analisada antes da resposta do governo.

O SINTE/SC continua afirmando que a luta dos trabalhadores em educação é política e somente com a mobilização é que iremos impedir a retirada de nossos direitos, mas que o sindicato nunca deixou ou deixará de utilizar todos os mecanismos jurídicos para garantir os direitos e a valorização da categoria.
                                                                                                                                        Do Sinte Estadual.


ATO ESTADUAL


ATO ESTADUAL EM FLORIPA.
PASSE SEU NOME E RG PARA O SINTE.
SERÁ DISPONIBILIZADO QUANTOS 
ÔNIBUS FOREM NECESSÁRIOS.


Muralismo

A greve dos trabalhadores em educação da Regional de Joinville segue e dentre as várias ações realizadas na cidade, uma delas chama a atenção. O mural pintado pelo Coletivo Pinte e Lute retrata o slogan de nossa campanha na greve. #grevesemmedo. Muitos professores passaram lá pra conferir o bonito trabalho. 
Para quem quiser ver e tirar uma foto, o mural fica em frente a biblioteca pública municipal de Joinville.




quarta-feira, 22 de abril de 2015

Ato Macrorregional

O Comando de Greve estadual definiu por atos macrorregionais no dia de amanhã (23/04). A regional Joinville participará em Blumenau.

Saída dos ônibus:

Local: Estacionamento do Centreventos
Data: 23/04
Horário: 13 horas

Ligar para o Sinte até as 18 horas para passar nome e RG.

Participe! É muito importante fortalecermos a luta, e construirmos um bom ato para mostrar nossa força ao governo.

Solidariedade

Após o tornado que atingiu a cidade de Xanxerê na última segunda feira (20), cerca de 10 mil pessoas foram atingidas. Dentre essas, muitos professores.
O Sinte Joinville receberá doações para encaminhar aos trabalhadores em educação que foram afetados com o tornado.
Quem puder fazer doações de mantimentos, receberemos até amanhã (23), ao meio dia, na sede do Sinte Joinville. Cobertores, travesseiros, roupas, alimentos, água.

Contamos com sua solidariedade.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Governo Colombo: reabra as negociações com o magistério.

O Sinte Joinville vem através desta, repudiar a atitude do governo do Estado de Santa Catarina que definiu com os gestores e diretores, consultar os professores que estão em sala neste momento, sobre possíveis alterações, mudanças, na nova proposta de plano de carreira do magistério.
Afirmamos que esta iniciativa deveria ser realizada com o Sindicato (SINTE) representante da categoria, denunciando desta forma a tática do governo de desmobilizar a greve do magistério que é legítima e legal. Assim exigimos que o Governo Colombo reabra o canal de negociação e valorize de fato o magistério.
Aos trabalhadores em educação que ainda não estão na greve, fazemos novamente o chamado de se juntarem ao movimento, fortalecê-lo e derrotar a política de desvalorização de nossa categoria. E que também não participe dando sugestões ao governo sobre o que deve fazer sobre nosso plano de carreira.
Lembramos ao governo do Estado, Gestores e Diretores de escolas quais nossos principais pontos de pauta:
- Pagamento do reajuste integral do piso na carreira, retroativo a janeiro de 2015, com descompactação da tabela salarial já;
- Não a incorporação da regência e contra a meritocracia incluída na proposta de pagamento do “incentivo de sala de aula”;
- Manutenção dos níveis de graduação e licenciatura curta na tabela salarial, mantendo a paridade entre ativos e aposentados;
- Revisão da lei complementar 456/09;
- Reversão das demissões e o fim dos casos de perseguições, assédios e processos administrativos contra professores e professoras.