terça-feira, 16 de setembro de 2014

SINTE/SC Entrega Carta Compromisso aos candidatos/as


O SINTE/SC entregou ontem pela manhã (15/09), a Carta Compromisso com as reivindicações do magistério Catarinense aos candidatos/as ao Governo do Estado. Apesar do convite ter sido enviado a todos/as, apenas três compareceram: Janaína Deitos – PPL, Claudio Vignatti – PT e Gilmar Salgado – PSTU. A entrega aconteceu as 10 horas da manhã, no auditório do Hotel Cecomtur, em Florianópolis e contou com a presença da Diretoria Executiva do SINTE/SC, Centrais Sindicais, Sindicatos, candidatos, assessorias e imprensa.

http://sinte-sc.org.br/wp-content/uploads/2014/09/Carta-Compromisso-Candidatos-a-Governador-2014-ok.pdf

domingo, 7 de setembro de 2014

Grito Dos Excluídos!

"Um espaço de participação em que os setores excluídos da sociedade trazem à luz seu protesto e anseio por mudanças. No dia 07/09 em todo o país, participantes do Grito denunciam o atual modelo econômico, o capitalismo, que concentra riquezas e condena milhões de pessoas à exclusão social. Eles propõe tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome. Assim, lutam por um sistema mais justo, de inclusão social e sem a exploração do homem pelo homem, o socialismo."


Este é um trecho do panfleto do Grito dos Excluídos, distribuído neste 07/09 por diversas entidades que participaram, entre elas, o SINTE. Confira as fotos.







 










Devolução do Imposto Sindical 2014


Embora o SINTE/SC seja contrário ao Imposto Sindical, os trabalhadores em educação, nos últimos anos, têm sofrido o referido desconto na sua folha de pagamento. No entanto, para que o sindicato tenha recebido os 60% destinados à entidade, foram necessárias diversas cobranças, políticas e judiciais.
Corroborando com as políticas do sindicato, ou seja, contrário ao desconto do Imposto Sindical e em cumprimento ao IX Congresso Estadual do SINTE/SC, estaremos realizando a devolução dos valores descontados e em cumprimento ao deliberado no X Congresso Estadual do SINTE/SC, em Fraiburgo/SC, a devolução será para todos/as filiados/as que comprovarem a filiação no mês de março de 2014.
Enfim, a devolução dar-se-á referente aos 60% destinados ao sindicato, e para todos e todas os/as filiados/as do SINTE/SC no mês referente ao devido desconto em folha de pagamento. (03/2014)
Devido à impossibilidade e demora da SEA (Secretaria de Administração) no fornecimento dos dados necessários para a realização do pagamento da devolução do imposto sindical, o Departamento Financeiro do SINTE/SC com aprovação do Conselho Deliberativo elaborou uma planilha com dados importantes para o início imediato da devolução da contribuição. Neste sentido é importante que os/as filiados/as preencham corretamente encaminhem a Sede Estadual. O prazo para o pagamento é até o término do ano letivo, isto é, até dezembro de 2014.
O requerimento encontra-se disponível no nosso site www.sinte-sc.org.br na Central de Documentos no ícone REQUERIMENTOS. 
Os associados devem comparecer na sede regional, munidos do Número da agência e conta corrente, CPF e contracheque referente ao mês de março de 2014.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Assembleia Regional



O SINTE Joinville convoca todos/as os/as Trabalhadores/as em Educação para participarem da ASSEMBLEIA REGIONAL.

DATA: 08/09/2014 (Segunda-feira)
HORÁRIO: 19 Horas
LOCAL: Sinte

PAUTA: Comunicação - Compra da sede própria


SUA PRESENÇA É IMPORTANTE, PARTICIPE!

Jornada exaustiva por melhores salários adoece gravemente os Professores/as


De acordo com matéria publicada no dia 28/09 pelo Diário Catarinense “cerca de 20% dos/as profissionais da educação no Brasil dão aula em mais de uma instituição. O cansaço da jornada estendida se reflete no ensino”.

Na verdade o SINTE/SC vem denunciando há muito tempo a excessiva jornada de trabalho dos/as profissionais em educação de Santa Catarina, que se veem obrigados a ministrarem aulas nos três turnos, em escolas diferentes e geralmente distantes de onde moram.

Ao assumirem mais e mais aulas para conseguir um salário minimamente razoável, tornaram-se verdadeiros/as Boias Frias, pois o deslocamento de uma escola para outro nos diferentes períodos impede que se alimentem de forma adequada e a grande maioria deles/as sobrevive de lanches ou marmitas, levando também em conta o baixo valor do vale refeição pago pelo governo.

Além disso, a categoria docente é uma das mais expostas e exigidas dentre e as categorias profissionais, sofrendo críticas e cobranças ferrenhas da sociedade, exige-se deles/as boa qualificação, qualidade de ensino, atualização de conhecimento, sem que lhes sejam dados subsídios para isso; na maioria das vezes estes/as profissionais pagam do próprio bolso sua qualificação, como ocorre em nosso estado, onde a maioria arcou com as despesas de sua pós-graduação e não houve o reconhecimento deste esforço por parte do governo.

Para a psicóloga Ana Maria Rossi, “a frustração profissional acaba se tornando uma rotina ponto de deflagrar a síndrome de burnout, uma condição de estresse e desânimo extremo com o trabalho”. “Trata-se de uma exaustão mental e física que se inicia com um sentimento de injustiça e falta de reconhecimento”.

Nos últimos 30 anos o sistema educacional brasileiro vem enfrentando uma crise sem precedentes, as necessidades da indústria e do mundo do trabalho mudaram drasticamente e Segundo Esteve (1999), “os profissionais da educação tiveram que se adaptar às características evolutivas dos processos de trabalho”. Entretanto, na maioria das vezes, não se observou uma melhoria das condições desse tipo de exercício profissional.

Para Lemos (2005, p.5), “o mestre, visto antes como uma figura profissional essencial para a sociedade, é hoje um profissional que luta pela valorização e reconhecimento social do seu trabalho”.

Atualmente a grande luta dos/as professores/as é o reconhecimento e o respeito de sua importância por parte da sociedade e que o governo cumpra seu papel oferecendo-lhes condições mais dignas de trabalho.

É histórica a luta do SINTE/SC em defesa da dedicação exclusiva, por isso endossamos as palavras de Bernardete Gatti ao afirmar que “trabalhar em uma só escola com dedicação exclusiva, além de aprofundar o vínculo com a comunidade escolar é bem mais produtivo e salutar”.

Assim os/as professores/as não terão necessidade de se deslocar de uma escola para outra, um enorme desperdício de tempo que poderia ser utilizado para leitura preparo de aulas ou para uma pausa de descanso. Este ir e vir diário de um lado para outro contribui muito para sua exaustão física e emocional.

Se, além disso, levarmos em consideração as relações de gênero, os dados do Censo da Educação Básica, de 2007, revelaram que o espaço da educação básica é particularmente feminino. Dentre 1.882.961 docentes, 1.542.925 eram do sexo feminino contra 340.036 do sexo masculino. Isso representa um universo de 82% de mulheres e apenas 18% de homens.

Ao juntar os baixos níveis salariais que predominam e as condições em que as mulheres atuam cumprindo uma jornada superior a 60 horas semanais de trabalho, aliados ao fato de que uma grande maioria delas é arrimo de família, o que acarreta uma tripla jornada de trabalho, é inevitável que ocorra o adoecimento.

Os fatos falam por si e deixam claro a necessidade do comprometimento por parte do poder público, na implementação de políticas eficientes, que enfrentem a raiz do problema. É uma discussão que deve ser feita pelos candidatos ao governo do estado. Não podemos concordar que continuem em pauta propostas que pretendem atingir somente os efeitos e não as causas, tais como a premiação dos assíduos.

É preciso propor um novo paradigma para a educação, não podemos continuar com projetos superficiais e cosméticos. Mas para que isto ocorra realmente, é necessário a implementação de uma política de estado para a educação, é inadmissível que continuemos a mercê de projetos de curta duração que só servem para rechear discursos de campanha e desperdiçar verbas.

Campanha Assédio Zero no Zarção


Desnaturalizar o assédio no transporte público, incentivar as mulheres a denunciarem os abusos sofridos nos ônibus de Joinville e cobrar políticas públicas dos governos sobre essa problemática são os principais objetivos da campanha Assédio Zero no Zarcão. A iniciativa foi lançada no dia 25/08 por movimentos sociais como o Coletivo Mulher na Madrugada e o Movimento Mulheres em Luta com panfletagens nos terminais do Centro, Norte e Sul.
Vítimas ou testemunhas de abusos também poderão acessar o blog e o site Chega de Fiu Fiu para denunciar e compartilhar suas histórias.
Hoje, sabemos que a realidade de violência contra as mulheres é crescente e cada vez mais alarmante. Não é preciso ir muito longe para constatar isso. Aqui mesmo, em Joinvile, essa violência ocorre todos os dias no famoso “zarcão”. Nesse espaço há vários casos de assédios, passadas de mão, encoxadas e outros tipos de abusos. 
Para mudar esse panorama o poder público precisa investir no transporte coletivo e em infraestrutura urbana. Transporte público 24 horas e iluminação dos pontos de ônibus são medidas urgentes na busca de mais segurança para as mulheres. Também é preciso que esse tipo de transporte, utilizado por grande parte da população, seja de fato público e tenha sua frota ampliada para que o assédio sexual nos “zarcões” deixe de existir.
A campanha Assédio Zero no Zarcão é organizada pelo Coletivo Mulher na Madrugada, Movimento Mulheres em Luta, MPL (Movimento Passe Livre), Sinte/SC (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina) regional Joinville, Sindsaúde (Sindicato dos Trabalhadores em estabelecimentos de Saúde Público Estadual e Privado de Florianópolis) e Pstu (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado).




quarta-feira, 27 de agosto de 2014

OS DISCURSOS ELEITOREIROS DE BAUER E COLOMBO AO DIÁRIO CATARINENSE SOBRE A EDUCAÇÃO


Bauer: “Eu não desejo fazer, eu vou fazer. Não é uma intenção, é uma realidade”.
Com estas palavras o candidato a Governador Paulo Bauer, o mesmo que quando Secretário da Educação concordou com seu então governador Luiz Henrique entrasse com uma Ação de inconstitucionalidade contra a aplicação do Piso Nacional Profissional do Magistério, com a clara intenção de não cumprir a lei. Este processo se arrastou de 2008 a 2011 quando o Supremo considerou a legalidade da lei que deveria ter sido aplicada em 2009 e isto não ocorreu por força da ação impetrada por Bauer e Luiz Henrique.
Afirma que apenas dois mil professores ganhavam salários abaixo do Piso e por isso foi necessário que o mesmo fosse implantado, e ainda justificou a política de abonos aplicada durante sua gestão como secretário da educação afirmando serem os mesmos necessários para compensar aqueles que recebiam um valor menor que o piso.
Em nossa opinião a fala de Paulo Bauer não passa de fanfarronice eleitoral, pois ou ele sofre de amnésia ou não lembra que os abonos batizados de Prêmio Educar para os/as ativos/as e Jubilar para os/as aposentados/as eram dados a toda a categoria. Foi uma estratégia pensada para fugir dos reajustes anuais pelo INPC com foco na não realização de concurso público de ingresso, o que levou o estado de Santa Catarina a ter a maioria dos/as professores de seu quadro contratados em caráter temporário.
Foi o inicio da política das aulas excedentes, em que o governo ofereceu a possibilidade de ganhos financeiros e ao começarem a assumir mais e mais aulas chegando a ministrar 40 horas semanais como forma de compensar a falta de reajustes, os/as professores/as os/as professores/as acabaram perdendo sua hora atividade que era de 30% das horas aula dadas. Este foi o inicio do desmantelamento da carreira do magistério.

Colombo: “Achatou a tabela. Isso é injusto, mas não tinha outro jeito”.
Colombo justifica o achatamento da tabela ao percentual de reajuste estabelecido para o piso. Esquece ele que se o governo de sua coalizão tivesse pagado o piso quando este foi aprovado, o problema não teria acontecido e com um agravante maior, pois perdemos os reajustes dos anos 2008/2009 e 2010. Vem empurrando com a barriga a discussão do plano de carreira, pois nas sucessivas mesas de negociação com o SINTE/SC não foi apresentado nenhuma proposta consistente que o sindicato possa levar em consideração e vem punindo severamente os/as trabalhadores que exercem seu direito constitucional de se reunirem em atos ou assembleias.
Para nós a fala dos candidatos Bauer e Colombo em suas entrevistas ao DC beira ao ridículo. Lembrando que o primeiro foi um dos secretários da educação que mais penalizou o magistério catarinense e o segundo da mesma coligação continuou com a política de Luiz Henrique e não deixou por menos, jogou a pá de cal definitiva no plano de carreira no momento em que achatou a tabela salarial, não reconhece que o piso deve ser pago na carreira e entende a hora atividade como hora relógio.
Ambos com discurso superficial e sem compromisso, buscam justificar suas ações com falas de campanha eleitoral, aliás, que estamos cansados de ouvir. O que queremos é o compromisso real de todos/as os/as candidatos para com a educação, colocando-a em primeiro plano nas suas plataformas de governo. Gasto com a educação não é despesa e sim investimento no capital humano de nosso estado.
Retórica de candidato não vai resolver o problema, é preciso vontade política para fazer com que a educação catarinense alcance o patamar de excelência que seu povo merece.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

2º Encontro Estadual de AEs, ATPs e Especialistas



No último dia 14 de agosto, foi realizado o 2º Encontro Estadual de AEs, ATPs e Especialistas na cidade de Campos Novos. As Assistentes de Educação Gleide, Ketly, Viviane e Assistente Técnica Pedagógica Sidenara representaram a regional de Joinville no evento que contou com a presença da direção Estadual do SINTE, coordenadores regionais e delegados eleitos nos encontros regionais. 
O encontro tinha como objetivo de discutir questões específicas deste setor de trabalhadores da educação, sem perder a visão do todo na luta do magistério catarinense.
A mesa composta de representantes do SINTE-SC, da CNTE, da CUT-sc e da CSP- Conlutas debateu o tema “O papel dos profissionais do magistério que atuam fora da sala de aula no processo pedagógico da escola, e a relação entre profissionais regentes e não regentes”.
Após apresentação da sistematização dos relatórios regionais foram realizados grupos de trabalho, para discutir as preposições dos encontros regionais e incluir novas proposições para o setor.
Durante a plenária de apresentação dos grupos e aprovação das propostas alguns AEs, ATPs e Especialistas puderam expor a realidade na escola.
Propostas aprovadas: (não tenho, esqueci minha pasta no carro)
Ao término do Encontro foi aprovada ainda uma comissão para junto com o SINTE, sentar-se à mesa de negociação com o Governo e discutir as propostas. 
Pensar o todo é também pensar as partes.






terça-feira, 12 de agosto de 2014

SINTE/SC repudia genocídio de Israel contra Palestino

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de SC vem a público repudiar todas as ações militares e atos genocidas cometidas pelo exército de Israel contra o povo Palestino.

Como representantes dos trabalhadores em educação e ativistas, nossa função é defender antes de tudo o direito à vida especialmente das crianças. Por isso, não podemos ficar calados diante de tantos ataques às escolas e locais de abrigos para civis inocentes.

Neste conflito que está sendo considerado um dos mais brutais já praticados por Israel contra o povo palestino, seis escolas da ONU foram atacadas. Os bombardeios a escolas da ONU causaram a morte de civis principalmente de mulheres e crianças, incluindo funcionários das Nações Unidas, que buscavam refúgio para fugir do conflito.

Os bombardeios do Exército de Israel em Gaza deixaram 408 crianças mortas e 2.500 feridas, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), que calcula em 370 mil o número de menores que necessitam urgentemente de ajuda psicológica.

“O número de crianças assassinadas durante a operação militar superou o de crianças mortas durante a operação Chumbo Fundido”, a última ofensiva israelense em Gaza, entre 2008 e 2009, na qual 350 menores morreram, afirmou Pernille Ironside, chefe do Unicef em Gaza.

“A ofensiva teve um impacto catastrófico e trágico nas crianças. Se levarmos em conta o que esses números representam para a população de Gaza, é como se tivessem morrido 200 mil crianças nos Estados Unidos”, país que apoia e fornece armas de destruição em massa para Israel”.

A situação vivida pelo povo Palestino em Gaza é terrível, pois não há eletricidade e os sistemas de água potável e saneamento não funcionam por isso o perigo de doenças transmissíveis e de diarreia aumenta consideravelmente e pode ser fatal para menores de cinco anos, com isso o aumento de mortes é iminente.

Diante do terror visto pelos olhos do mundo, o SINTE declara seu repúdio ao genocídio sem precedentes que Israel vem promovendo contra seres humanos, em sua imensa maioria inocentes. É preciso que estes atos que podem sejam considerados crimes de guerra, que acabem imediatamente e que os responsáveis sejam punidos.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Recesso SINTE



ATENDIMENTO - RECESSO


O SINTE Regional de Joinville entra em recesso, nesta segunda-feira (28/07). O recesso prossegue, até sexta-feira (01/08).

A Regional retomará as atividades, no próximo dia 04/08, segunda-feira, com atendimento em horário de expediente (09 às 12 h – 13 às 18h).


Rua Ministro Calógeras, 320 – Centro - Joinville – SC - CEP 89201-500 - Fone: (47) 3026-6354
 blog: sintejoinville.blogspot.com.br    -    e-mail: sinte.joinville@yahoo.com.br

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Reunião com a Gerência de Educação


Nesta sexta-feira, 04 de julho, o SINTE Joinville reuniu-se com a Gerência de Educação para discutir dois temas: O problema dos salários dos professores do CEJA e o calendário escolar.

Professores do CEJA procuraram o Sinte para relatar problemas em relação ao pagamento da Regência de Classe. O problema surgiu pelo fato de, estes professores estarem ministrando 15 aulas por um contrato de 20 horas semanais, isto ocorria por problemas de entendimento da matriz curricular. Recentemente, estes professores foram informados que não receberiam mais a regência de classe, e que deveriam devolver os valores recebidos até maio, pois o recebimento era indevido. O Sinte ponderou que esses professores não agiram de má fé e que o erro partiu da SED/GERED na contratação desses profissionais. A legislação prevê que em determinados casos é possível ser pago regência de classe para carga horária menor. A posição da SED é de descontar nos próximos dois meses esses valores. Ainda consultaremos nosso departamento jurídico para nossas próximas ações. Questionamos também, como ficaria a situação dos professores em o contrato se encerra em 31 de julho. A gerência informou que será feita uma nova chamada para o novo semestre letivo, que os professores que ficaram até essa data voltam a lista de classificação de ACTs. Observamos que isso é um desgaste desnecessário, pois o contrato poderia ser prorrogado, como em anos anteriores, desde que o edital de ACTs fosse feito com esses dispositivos.

O segundo tema tratado na reunião foi relativo ao recesso escolar. Sabemos que somos uma categoria de trabalhadores que tem uma carga de trabalho extenuante, que envolve demandas técnicas, emocionais e sociais, no local de trabalho e em casa (planejamentos e correções), além do assédio moral das direções, presente em diversas unidades escolares. Desta forma mais uma vez solicitamos que seja garantido pelos menos duas semanas de recesso escolar (para todos os trabalhadores em educação) e que todas as atividades realizadas na escola (conselhos de classe, reuniões pedagógicas, formação continuada...) sejam reconhecidas como efetivo trabalho escolar computando nos dias 200 dias e nas 800 horas de trabalho escolar. A Gerência ressaltou que neste ano o calendário foi melhorado no recesso de julho e teremos uma semana e meia de recesso. No dia 21 com reunião pedagógica, dias 22 e 23 conselho de classe, e nos dias 24 e 25 atividades de planejamento que poderão ser feitos fora do ambiente escolar. A Gerência ressaltou que a unidade escolar tem autonomia de organizar-se para trabalhar nestes dias.

Temos conhecimento que em algumas escolas estas orientações não estão sendo seguidas, por isso, estamos convocando uma Assembleia para discutirmos esta questão e garantirmo que todas as escolas sigam a orientação acima. Será no dia 14 de julho, às 19 horas, no Sinsej. É importante a presença de todos.

Estiveram presentes na reunião Clarice, Josiano e Ricardo representando o SINTE. Dalila, Inês, Ercilia e Terezinha pela GERED.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Atendimento no SINTE


Por motivos de força maior, informamos que nos dias 03, 04 e 05 de julho, não haverá expediente no SINTE Joinville.

domingo, 29 de junho de 2014

Nota: Protesto não é crime!



O SINTE Joinville vem por meio desta declarar todo apoio a campanha “Protesto não é crime” e prestar solidariedade a todos os companheiros que estão sendo perseguidos, ameaçados e presos injustamente em Joinville. Nós, da classe trabalhadora, temos a plena consciência de que a nossa luta, é a luta de todos, e ela não deve ser criminalizada.
Companheiros foram ameaçados de morte por policiais, perseguidos, e estão recebendo processos de empresas do transporte público aqui de Joinville. É inadmissível que o Estado - junto com os poderes locais- venham agredir quem está em lutas sociais, visto que, é um direito que está assegurando no Artigo 5º da Constituição Federal.
Abuso de autoridade é crime segundo a lei 4.898/65, e em quanto tiver um companheiro nosso sendo criminalizado ou punido por estar lutando por uma vida mais digna, ele não estará só!

Quem luta não comete crime.

Não à criminalização dos movimentos sociais!


Joinville, 29 de junho de 2014.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

PRESIDENTE SANCIONA PNE SEM VETOS



Mesmo com toda mobilização e solicitação de diferentes entidades o PNE é aprovado sem veto dos parágrafos 4º e 5º, que diz respeito à possibilidade de repasse indiscriminado das verbas públicas para a iniciativa privada (desconsiderando a Constituição Federal), que prioriza investimento público para as escolas públicas.

Visa ainda instaurar pretensa MERITOCRACIA nos sistemas de ensino, orientando o repasse financeiro às escolas e o pagamento de bônus aos professores conforme as notas obtidas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB.


http://sinte-sc.org.br/educacao/presidenta-sanciona-pne-sem-vetos/

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Encontro de AES, ATPs e Especialistas


O Sinte Regional de Joinville convida os AEs, ATPs e Especialistas para um Encontro Regional no próximo dia 30 de junho, às 18h30min no SINTE.


Sua presença é muito importante!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Expediente do SINTE/SC no Feriado de Corpus Christi

Vimos por meio deste informar que, em virtude do feriado de Corpus Christi, o expediente do SINTE/SC se encerrará hoje, dia 18 de junho, as 18h, com retorno ao horário normal na segunda, dia 23 de junho.