quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Atualize seu cadastro online junto ao SINTE/SC


Comunicamos que a partir de agora o SINTE/SC possui uma ferramenta online de atualização cadastral. Você filiado/a que mudou de endereço, telefone, email ou outra informação importante para sua ficha junto a entidade, atualize seu cadastro sem precisar sair de casa nem telefonar.

É importante que todos os dados estejam corretos para que no caso de envio de algum material gráfico, ou pela internet o mesmo chegue ao destino, e que você esteja sempre informado sobre as ações do seu Sindicato.

Por isso solicitamos que atualize seus dados e compartilhe essa informação aos seus colegas do magistério.

Veja como é fácil:

Na página principal do SINTE www.sinte-sc.org.br, clique no ícone demonstrado abaixo com um destaque em vermelho.


Então preencha todos os dados do formulário e clique em enviar.


É rápido, simples e você estará em nosso banco de dados de forma atualizada. Não perca tempo, acesse nosso site!


SINTE/SC tem audiência com FCEE para tratara de denúncias de Assédio Moral


Na tarde de ontem, 22/10, o SINTE/SC através do Coordenador Estadual Luiz Carlos Vieira, Secretário Geral Carlos Figueiredo e Secretária de Organização Rosangela Barreiros estiveram reunidos na Fundação Catarinense de Educação Especial – FCEE com o Diretor Administrativo Rubens Feijó, a Consultora Jurídica Ana Paula Darós e a Presidente da Associação dos Servidores da Fundação Elisete Vieira para tratar de diversas denúncias e reclamações de trabalhadores ligados a FCEE e as APAES conveniadas. Os casos que estão acontecendo em várias regiões do Estado, vão desde processos administrativos, afastamentos e assédio moral sofrido pelos servidores.

De acordo com SINTE geralmente nos processos a culpa recai apenas nos professores/as que acabam sendo punidos, enquanto os assediadores em alguns casos apenas trocados de lugar. A FCEE questionou e disse que também gestores são assediados. O Coordenador do Sindicato destacou que a entidade quer discutir no sentido de minimizar tais situações, e que mesmo atuando na defesa do trabalhador não quer colocar panos quentes, contudo, não podemos permitir chegar ao extremo, afirmou.

Dentre tantos, dois casos que estão em andamento foram destacados na reunião, um no CAPs, que fica dentro das instalações da FCEE e outro na APAE de Xanxerê, ambos com graves desdobramentos como processos administrativos, judiciais e risco para a integridade física de envolvidos.

O SINTE solicitou uma reunião com o Presidente da FCEE Eliton Carlos Verardi Dutra e todos os envolvidos no caso do CAPs, pois segundo informações repassadas ao SINTE os funcionários estão com medo de falar, pois além do assédio existem outros problemas no setor.

lações pessoais entre os colegas, para falar dos problemas, questionarem-se frente a frente, dialogar. É o momento onde cada um pode colocar sua posição, tanto coordenação, quanto professores/as.

O caso de Xanxerê, o processo administrativo já está finalizado, faltando apenas a assinatura do presidente da FCEE. Mesmo assim, o SINTE solicitou que os trabalhadores mesmo antes do final do processo sejam remanejados, pois dada a gravidade da situação que tomou grandes proporções na cidade, é preciso garantir a integridade física dos envolvidos. A FCEE afirmou que vai analisar as possibilidades.

A Consultora Jurídica da FCEE afirmou estar atuando em ambos os casos e que tem conhecimento dos outros, entretanto, diz que a instituição muitas vezes fica de mãos atadas já que os/as Presidentes da APAES e os pais é que indicam os Diretores e Coordenações e com o aval da Federação das APAES e a FCEE não pode interferir. Ela diz ainda que estão pensando em possibilidades de modificar os contratos de convênios, criando cláusulas ou critérios que tentem coibir o assédio moral sob pena da rescisão dos mesmos.

O Diretor Administrativo da fundação se comprometeu em agendar o encontro entre os envolvidos do caso do CAPs, SINTE/SC e o Presidente da FCEE.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Campanha Salarial 2015

                  
Participe da elaboração da pauta de reivindicações


ASSEMBLEIA REGIONAL - 03 de novembro às 18:30 horas / Local : Sinsej (Rua Lages, 84)

ASSEMBLEIA ESTADUAL FLORIANÓPOLIS - 12 de novembro 

Interessados em participar da Assembleia Estadual devem passar nome e RG para o SINTE Regional até às 12h do dia 11/11/2014. 
Através do telefone: 3026-6534 ou e-mail: sinte.joinville@yahoo.com.br
  

SUA PRESENÇA É MUITO IMPORTANTE! PARTICIPE!

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Parabéns Professor!


O SINTE/Joinville deseja um feliz dia dos professores e que nesta data possamos refletir a grande importância que temos na sociedade.

Nossa principal luta é a valorização profissional da categoria e o reconhecimento do nosso trabalho diariamente.

A luta em busca de nossos direitos continua. Parabéns!



sexta-feira, 3 de outubro de 2014

SINTE/SC Recebe novas denúncias de Assédio Moral nas Escolas


Devido ao aumento das denúncias de Assédio Moral e violência contra professores/as nas escolas, em reunião da executiva o SINTE/SC aprovou a elaboração de mais uma campanha de orientação e alerta para coibir que tais fatos continuem acontecendo.
O material esclarece e orienta de que forma devem proceder os/as trabalhadores que sofrerem este tipo de abuso. Lembramos também que já foi encaminhada uma cartilha que está disponível em PDF em nossa página e um jornal mural, ambos tratando do Assédio Moral.
Comunicamos aos/as Coordenadores/as das Regionais, Conselheiros e Lideranças que elaboramos um boletim online em PDF \sobre violência e assédio moral para que seja impresso e distribuído nas escolas. É importante também que o mesmo seja colocado em local bem visível nos locais de trabalho.
Download e impressão: Boletim Online Nº 26 Assédio Moral
O mesmo material será postado em nosso site e no facebook e importante que todos/as compartilhem os posts com o maior número possível de nossos/as filiados/as, para que a informação chegue em todas as unidades escolares do estado.
Internet:


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Em boca fechada não entra Mosca


Deschamps culpa greve dos professores pela queda do IDEB de SC

“Na avaliação do vice-presidente do Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação), Eduardo Deschamps, greves de professores de redes estaduais e municipais em todo o país tiveram impacto nas notas do Ideb 2013 (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), pelo MEC (Ministério da Educação)”.
O SINTE/SC questiona a posição do Secretário Dechamps e afirma que o problema da queda de SC no IDEB 2013 não está de forma nenhuma ligado ao fato de que os/as professores/as entraram em greve pela aplicação da Lei do Piso em 2011. Lembramos ao Secretário que a categoria participou de inúmeras greves mais longas e mais frequentes e nem por isso foi registrada queda do IDEB no estado.
O problema é muito maior do que o as greves que ocorreram e não pode ser ignorado pelas autoridades que se omitem da responsabilidade e jogam a culpa na categoria.
Aconselhamos ao secretário que leia o relatório da OCDE colocando o Brasil no topo do ranking de violência nas escolas e Santa Catarina não está fora da lista. De acordo com a “pesquisa global feita com mais de 100 mil professores e diretores de escola do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio (alunos de 11 a 16 anos) põe o Brasil no topo de um ranking de violência em escolas”.
Na enquete da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram serem vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana. Trata-se do índice mais alto entre os 34 países pesquisados.
Estudo também revelou que apenas um em cada dez professores no Brasil acreditam que a profissão é valorizada pela sociedade 12,6%), a média global é de 31%.
O Brasil está entre os dez últimos da lista nesse quesito, que mede a percepção que o professor tem da valorização de sua profissão e não se sentem apoiados e reconhecidos pela instituição escolar e se veem desconsiderados pela sociedade em geral.
Podemos explicar os índices do IDEB se levarmos em consideração que Santa Catarina paga um dos piores salários do país, e com seus/as profissionais desmotivados, adoecidos e sofrendo constante violência física, simbólica e institucional no ambiente escolar, acrescido ao fato de que os/as alunos/as trazem problemas do cotidiano para dentro das escolas e estas não conseguem lidar com estas demandas, tanto no aspecto pedagógico quanto no aspecto físico (estruturas).
Para o historiador Danilo Alexandre Ferreira de Camargo o adoecimento e a deserção dos professores da escola acontecem em função do cotidiano escolar ser insuportável para a maioria dos profissionais da educação.  A tentativa é sempre colocar a escola nos eixos, nunca questioná-la como instituição.
O pesquisador acredita que isto ocorre devido a forma particular de “condução das condutasno interior da instituição escolar”. Ou seja, o estado é quem estabelece quais devem ser as condutas e como os/as profissionais e alunos/as devem ser conduzidos/as. Isso naturaliza a burocratização e produz formas de conduta adequadas ao interesse do governo para serem geridas pelos comandos políticos do Estado.
Partindo da ideia de que existe uma crise, como a greve ou a Lei do Piso, depois é feito o diagnóstico da patologia, e sua posterior proposta de medicalização e é claro quem deve ser medicado são os/as professores/as. E governo nunca é diagnosticado e nem recebe medicação. Não é possível que diante de evidências tão contundentes se continue a responsabilizar o setor mais penalizado dentro da educação que são seus/as profissionais.
O SINTE/SC repudia a fala do Secretário e alerta que o mesmo deveria parar para pensar em todas as variáveis antes de emitir juízo de valor. É necessário que governo e sociedade discutam seriamente a educação pois corremos o sério risco de num futuro bem próximo não termos mais profissionais dispostos/as a atuarem nela. Então sim teremos o verdadeiro caos.



http://sinte-sc.org.br/trabalhadores-da-educacao/em-boca-fechada-nao-entra-mosca/

Representações Sociais sobre a Ditadura em Joiville


O presente questionário é anônimo e é parte integrante de pesquisa que tem como objetivo identificar e discutir as representações sociais da população joinvilense sobre a Ditadura.

https://docs.google.com/forms/d/1KesaWdEwtMXLjx364HSiHJartLGml3WsycE6ijIxoVo/viewform


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Pense bem MAGISTÉRIO!!! O voto da Educação Vale Muito!


Conforme decidido pelos Conselheiros e Executiva na última reunião do Conselho Deliberativo do SINTE/SC em Blumenau, hoje, dia 17 de setembro, é a data de uma grande panfletagem que deve acontecer por todo o Estado.
As coordenações Regionais do SINTE estarão durante todo o dia de hoje distribuindo um material impresso aos trabalhadores/as em educação, pais, alunos e sociedade em geral, sobre o que realmente foi feito pela educação nas mãos de Bauer (quando Secretário de Educação) e Colombo.
A ação é uma continuação da campanha BASTA COLOMBO, que também ganha força pelo NÃO ao candidato Paulo Bauer. O slogan é O VOTO DA EDUCAÇÃO VALE MUITO, como forma de conscientizar a categoria a não votar no atual modelo de política imposta a educação catarinense.
Vale ressaltar que essa atividade só pode ser divulgada agora para que nosso material não fosse apreendido, isto porque, o TRE ordenou a retirada de outdoors veiculados em regionais, denunciando o descaso com o magistério.
Veja o material:










terça-feira, 16 de setembro de 2014

SINTE/SC Entrega Carta Compromisso aos candidatos/as


O SINTE/SC entregou ontem pela manhã (15/09), a Carta Compromisso com as reivindicações do magistério Catarinense aos candidatos/as ao Governo do Estado. Apesar do convite ter sido enviado a todos/as, apenas três compareceram: Janaína Deitos – PPL, Claudio Vignatti – PT e Gilmar Salgado – PSTU. A entrega aconteceu as 10 horas da manhã, no auditório do Hotel Cecomtur, em Florianópolis e contou com a presença da Diretoria Executiva do SINTE/SC, Centrais Sindicais, Sindicatos, candidatos, assessorias e imprensa.

http://sinte-sc.org.br/wp-content/uploads/2014/09/Carta-Compromisso-Candidatos-a-Governador-2014-ok.pdf

domingo, 7 de setembro de 2014

Grito Dos Excluídos!

"Um espaço de participação em que os setores excluídos da sociedade trazem à luz seu protesto e anseio por mudanças. No dia 07/09 em todo o país, participantes do Grito denunciam o atual modelo econômico, o capitalismo, que concentra riquezas e condena milhões de pessoas à exclusão social. Eles propõe tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome. Assim, lutam por um sistema mais justo, de inclusão social e sem a exploração do homem pelo homem, o socialismo."


Este é um trecho do panfleto do Grito dos Excluídos, distribuído neste 07/09 por diversas entidades que participaram, entre elas, o SINTE. Confira as fotos.







 










Devolução do Imposto Sindical 2014


Embora o SINTE/SC seja contrário ao Imposto Sindical, os trabalhadores em educação, nos últimos anos, têm sofrido o referido desconto na sua folha de pagamento. No entanto, para que o sindicato tenha recebido os 60% destinados à entidade, foram necessárias diversas cobranças, políticas e judiciais.
Corroborando com as políticas do sindicato, ou seja, contrário ao desconto do Imposto Sindical e em cumprimento ao IX Congresso Estadual do SINTE/SC, estaremos realizando a devolução dos valores descontados e em cumprimento ao deliberado no X Congresso Estadual do SINTE/SC, em Fraiburgo/SC, a devolução será para todos/as filiados/as que comprovarem a filiação no mês de março de 2014.
Enfim, a devolução dar-se-á referente aos 60% destinados ao sindicato, e para todos e todas os/as filiados/as do SINTE/SC no mês referente ao devido desconto em folha de pagamento. (03/2014)
Devido à impossibilidade e demora da SEA (Secretaria de Administração) no fornecimento dos dados necessários para a realização do pagamento da devolução do imposto sindical, o Departamento Financeiro do SINTE/SC com aprovação do Conselho Deliberativo elaborou uma planilha com dados importantes para o início imediato da devolução da contribuição. Neste sentido é importante que os/as filiados/as preencham corretamente encaminhem a Sede Estadual. O prazo para o pagamento é até o término do ano letivo, isto é, até dezembro de 2014.
O requerimento encontra-se disponível no nosso site www.sinte-sc.org.br na Central de Documentos no ícone REQUERIMENTOS. 
Os associados devem comparecer na sede regional, munidos do Número da agência e conta corrente, CPF e contracheque referente ao mês de março de 2014.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Assembleia Regional



O SINTE Joinville convoca todos/as os/as Trabalhadores/as em Educação para participarem da ASSEMBLEIA REGIONAL.

DATA: 08/09/2014 (Segunda-feira)
HORÁRIO: 19 Horas
LOCAL: Sinte

PAUTA: Comunicação - Compra da sede própria


SUA PRESENÇA É IMPORTANTE, PARTICIPE!

Jornada exaustiva por melhores salários adoece gravemente os Professores/as


De acordo com matéria publicada no dia 28/09 pelo Diário Catarinense “cerca de 20% dos/as profissionais da educação no Brasil dão aula em mais de uma instituição. O cansaço da jornada estendida se reflete no ensino”.

Na verdade o SINTE/SC vem denunciando há muito tempo a excessiva jornada de trabalho dos/as profissionais em educação de Santa Catarina, que se veem obrigados a ministrarem aulas nos três turnos, em escolas diferentes e geralmente distantes de onde moram.

Ao assumirem mais e mais aulas para conseguir um salário minimamente razoável, tornaram-se verdadeiros/as Boias Frias, pois o deslocamento de uma escola para outro nos diferentes períodos impede que se alimentem de forma adequada e a grande maioria deles/as sobrevive de lanches ou marmitas, levando também em conta o baixo valor do vale refeição pago pelo governo.

Além disso, a categoria docente é uma das mais expostas e exigidas dentre e as categorias profissionais, sofrendo críticas e cobranças ferrenhas da sociedade, exige-se deles/as boa qualificação, qualidade de ensino, atualização de conhecimento, sem que lhes sejam dados subsídios para isso; na maioria das vezes estes/as profissionais pagam do próprio bolso sua qualificação, como ocorre em nosso estado, onde a maioria arcou com as despesas de sua pós-graduação e não houve o reconhecimento deste esforço por parte do governo.

Para a psicóloga Ana Maria Rossi, “a frustração profissional acaba se tornando uma rotina ponto de deflagrar a síndrome de burnout, uma condição de estresse e desânimo extremo com o trabalho”. “Trata-se de uma exaustão mental e física que se inicia com um sentimento de injustiça e falta de reconhecimento”.

Nos últimos 30 anos o sistema educacional brasileiro vem enfrentando uma crise sem precedentes, as necessidades da indústria e do mundo do trabalho mudaram drasticamente e Segundo Esteve (1999), “os profissionais da educação tiveram que se adaptar às características evolutivas dos processos de trabalho”. Entretanto, na maioria das vezes, não se observou uma melhoria das condições desse tipo de exercício profissional.

Para Lemos (2005, p.5), “o mestre, visto antes como uma figura profissional essencial para a sociedade, é hoje um profissional que luta pela valorização e reconhecimento social do seu trabalho”.

Atualmente a grande luta dos/as professores/as é o reconhecimento e o respeito de sua importância por parte da sociedade e que o governo cumpra seu papel oferecendo-lhes condições mais dignas de trabalho.

É histórica a luta do SINTE/SC em defesa da dedicação exclusiva, por isso endossamos as palavras de Bernardete Gatti ao afirmar que “trabalhar em uma só escola com dedicação exclusiva, além de aprofundar o vínculo com a comunidade escolar é bem mais produtivo e salutar”.

Assim os/as professores/as não terão necessidade de se deslocar de uma escola para outra, um enorme desperdício de tempo que poderia ser utilizado para leitura preparo de aulas ou para uma pausa de descanso. Este ir e vir diário de um lado para outro contribui muito para sua exaustão física e emocional.

Se, além disso, levarmos em consideração as relações de gênero, os dados do Censo da Educação Básica, de 2007, revelaram que o espaço da educação básica é particularmente feminino. Dentre 1.882.961 docentes, 1.542.925 eram do sexo feminino contra 340.036 do sexo masculino. Isso representa um universo de 82% de mulheres e apenas 18% de homens.

Ao juntar os baixos níveis salariais que predominam e as condições em que as mulheres atuam cumprindo uma jornada superior a 60 horas semanais de trabalho, aliados ao fato de que uma grande maioria delas é arrimo de família, o que acarreta uma tripla jornada de trabalho, é inevitável que ocorra o adoecimento.

Os fatos falam por si e deixam claro a necessidade do comprometimento por parte do poder público, na implementação de políticas eficientes, que enfrentem a raiz do problema. É uma discussão que deve ser feita pelos candidatos ao governo do estado. Não podemos concordar que continuem em pauta propostas que pretendem atingir somente os efeitos e não as causas, tais como a premiação dos assíduos.

É preciso propor um novo paradigma para a educação, não podemos continuar com projetos superficiais e cosméticos. Mas para que isto ocorra realmente, é necessário a implementação de uma política de estado para a educação, é inadmissível que continuemos a mercê de projetos de curta duração que só servem para rechear discursos de campanha e desperdiçar verbas.

Campanha Assédio Zero no Zarção


Desnaturalizar o assédio no transporte público, incentivar as mulheres a denunciarem os abusos sofridos nos ônibus de Joinville e cobrar políticas públicas dos governos sobre essa problemática são os principais objetivos da campanha Assédio Zero no Zarcão. A iniciativa foi lançada no dia 25/08 por movimentos sociais como o Coletivo Mulher na Madrugada e o Movimento Mulheres em Luta com panfletagens nos terminais do Centro, Norte e Sul.
Vítimas ou testemunhas de abusos também poderão acessar o blog e o site Chega de Fiu Fiu para denunciar e compartilhar suas histórias.
Hoje, sabemos que a realidade de violência contra as mulheres é crescente e cada vez mais alarmante. Não é preciso ir muito longe para constatar isso. Aqui mesmo, em Joinvile, essa violência ocorre todos os dias no famoso “zarcão”. Nesse espaço há vários casos de assédios, passadas de mão, encoxadas e outros tipos de abusos. 
Para mudar esse panorama o poder público precisa investir no transporte coletivo e em infraestrutura urbana. Transporte público 24 horas e iluminação dos pontos de ônibus são medidas urgentes na busca de mais segurança para as mulheres. Também é preciso que esse tipo de transporte, utilizado por grande parte da população, seja de fato público e tenha sua frota ampliada para que o assédio sexual nos “zarcões” deixe de existir.
A campanha Assédio Zero no Zarcão é organizada pelo Coletivo Mulher na Madrugada, Movimento Mulheres em Luta, MPL (Movimento Passe Livre), Sinte/SC (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina) regional Joinville, Sindsaúde (Sindicato dos Trabalhadores em estabelecimentos de Saúde Público Estadual e Privado de Florianópolis) e Pstu (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado).




quarta-feira, 27 de agosto de 2014

OS DISCURSOS ELEITOREIROS DE BAUER E COLOMBO AO DIÁRIO CATARINENSE SOBRE A EDUCAÇÃO


Bauer: “Eu não desejo fazer, eu vou fazer. Não é uma intenção, é uma realidade”.
Com estas palavras o candidato a Governador Paulo Bauer, o mesmo que quando Secretário da Educação concordou com seu então governador Luiz Henrique entrasse com uma Ação de inconstitucionalidade contra a aplicação do Piso Nacional Profissional do Magistério, com a clara intenção de não cumprir a lei. Este processo se arrastou de 2008 a 2011 quando o Supremo considerou a legalidade da lei que deveria ter sido aplicada em 2009 e isto não ocorreu por força da ação impetrada por Bauer e Luiz Henrique.
Afirma que apenas dois mil professores ganhavam salários abaixo do Piso e por isso foi necessário que o mesmo fosse implantado, e ainda justificou a política de abonos aplicada durante sua gestão como secretário da educação afirmando serem os mesmos necessários para compensar aqueles que recebiam um valor menor que o piso.
Em nossa opinião a fala de Paulo Bauer não passa de fanfarronice eleitoral, pois ou ele sofre de amnésia ou não lembra que os abonos batizados de Prêmio Educar para os/as ativos/as e Jubilar para os/as aposentados/as eram dados a toda a categoria. Foi uma estratégia pensada para fugir dos reajustes anuais pelo INPC com foco na não realização de concurso público de ingresso, o que levou o estado de Santa Catarina a ter a maioria dos/as professores de seu quadro contratados em caráter temporário.
Foi o inicio da política das aulas excedentes, em que o governo ofereceu a possibilidade de ganhos financeiros e ao começarem a assumir mais e mais aulas chegando a ministrar 40 horas semanais como forma de compensar a falta de reajustes, os/as professores/as os/as professores/as acabaram perdendo sua hora atividade que era de 30% das horas aula dadas. Este foi o inicio do desmantelamento da carreira do magistério.

Colombo: “Achatou a tabela. Isso é injusto, mas não tinha outro jeito”.
Colombo justifica o achatamento da tabela ao percentual de reajuste estabelecido para o piso. Esquece ele que se o governo de sua coalizão tivesse pagado o piso quando este foi aprovado, o problema não teria acontecido e com um agravante maior, pois perdemos os reajustes dos anos 2008/2009 e 2010. Vem empurrando com a barriga a discussão do plano de carreira, pois nas sucessivas mesas de negociação com o SINTE/SC não foi apresentado nenhuma proposta consistente que o sindicato possa levar em consideração e vem punindo severamente os/as trabalhadores que exercem seu direito constitucional de se reunirem em atos ou assembleias.
Para nós a fala dos candidatos Bauer e Colombo em suas entrevistas ao DC beira ao ridículo. Lembrando que o primeiro foi um dos secretários da educação que mais penalizou o magistério catarinense e o segundo da mesma coligação continuou com a política de Luiz Henrique e não deixou por menos, jogou a pá de cal definitiva no plano de carreira no momento em que achatou a tabela salarial, não reconhece que o piso deve ser pago na carreira e entende a hora atividade como hora relógio.
Ambos com discurso superficial e sem compromisso, buscam justificar suas ações com falas de campanha eleitoral, aliás, que estamos cansados de ouvir. O que queremos é o compromisso real de todos/as os/as candidatos para com a educação, colocando-a em primeiro plano nas suas plataformas de governo. Gasto com a educação não é despesa e sim investimento no capital humano de nosso estado.
Retórica de candidato não vai resolver o problema, é preciso vontade política para fazer com que a educação catarinense alcance o patamar de excelência que seu povo merece.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

2º Encontro Estadual de AEs, ATPs e Especialistas



No último dia 14 de agosto, foi realizado o 2º Encontro Estadual de AEs, ATPs e Especialistas na cidade de Campos Novos. As Assistentes de Educação Gleide, Ketly, Viviane e Assistente Técnica Pedagógica Sidenara representaram a regional de Joinville no evento que contou com a presença da direção Estadual do SINTE, coordenadores regionais e delegados eleitos nos encontros regionais. 
O encontro tinha como objetivo de discutir questões específicas deste setor de trabalhadores da educação, sem perder a visão do todo na luta do magistério catarinense.
A mesa composta de representantes do SINTE-SC, da CNTE, da CUT-sc e da CSP- Conlutas debateu o tema “O papel dos profissionais do magistério que atuam fora da sala de aula no processo pedagógico da escola, e a relação entre profissionais regentes e não regentes”.
Após apresentação da sistematização dos relatórios regionais foram realizados grupos de trabalho, para discutir as preposições dos encontros regionais e incluir novas proposições para o setor.
Durante a plenária de apresentação dos grupos e aprovação das propostas alguns AEs, ATPs e Especialistas puderam expor a realidade na escola.
Propostas aprovadas: (não tenho, esqueci minha pasta no carro)
Ao término do Encontro foi aprovada ainda uma comissão para junto com o SINTE, sentar-se à mesa de negociação com o Governo e discutir as propostas. 
Pensar o todo é também pensar as partes.






terça-feira, 12 de agosto de 2014

SINTE/SC repudia genocídio de Israel contra Palestino

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de SC vem a público repudiar todas as ações militares e atos genocidas cometidas pelo exército de Israel contra o povo Palestino.

Como representantes dos trabalhadores em educação e ativistas, nossa função é defender antes de tudo o direito à vida especialmente das crianças. Por isso, não podemos ficar calados diante de tantos ataques às escolas e locais de abrigos para civis inocentes.

Neste conflito que está sendo considerado um dos mais brutais já praticados por Israel contra o povo palestino, seis escolas da ONU foram atacadas. Os bombardeios a escolas da ONU causaram a morte de civis principalmente de mulheres e crianças, incluindo funcionários das Nações Unidas, que buscavam refúgio para fugir do conflito.

Os bombardeios do Exército de Israel em Gaza deixaram 408 crianças mortas e 2.500 feridas, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), que calcula em 370 mil o número de menores que necessitam urgentemente de ajuda psicológica.

“O número de crianças assassinadas durante a operação militar superou o de crianças mortas durante a operação Chumbo Fundido”, a última ofensiva israelense em Gaza, entre 2008 e 2009, na qual 350 menores morreram, afirmou Pernille Ironside, chefe do Unicef em Gaza.

“A ofensiva teve um impacto catastrófico e trágico nas crianças. Se levarmos em conta o que esses números representam para a população de Gaza, é como se tivessem morrido 200 mil crianças nos Estados Unidos”, país que apoia e fornece armas de destruição em massa para Israel”.

A situação vivida pelo povo Palestino em Gaza é terrível, pois não há eletricidade e os sistemas de água potável e saneamento não funcionam por isso o perigo de doenças transmissíveis e de diarreia aumenta consideravelmente e pode ser fatal para menores de cinco anos, com isso o aumento de mortes é iminente.

Diante do terror visto pelos olhos do mundo, o SINTE declara seu repúdio ao genocídio sem precedentes que Israel vem promovendo contra seres humanos, em sua imensa maioria inocentes. É preciso que estes atos que podem sejam considerados crimes de guerra, que acabem imediatamente e que os responsáveis sejam punidos.