Sinte - Regional de Joinville

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terça-feira, 31 de julho de 2012

Participação dos Aposentados no Sinte Joinville

Na última sexta-feira (27/07), o Sinte-Jlle promoveu mais um encontro de aposentados, com o objetivo de confraternizar e de valorizar esses profissionais. Estiveram presentes cerca de 40 pessoas.

Este encontro contou com a presença também de representantes do SC Saúde, que foram convidados para esclarecer as inúmeras dúvidas sobre o plano de saúde, e principalmente as dificuldades no atendimento.

As representantes responderam aos questionamentos e solicitaram que, diante de qualquer dificuldade no atendimento por parte de médicos, clínicas e hospital, o SC Saúde deve ser informado. Afirmaram ainda, que o número de médicos credenciados está aumentando, e que em breve estarão oferecendo atendimento médico em algumas áreas na sede do SC Saúde.

Fiquemos de olho! O Sinte continua recebendo denúncias a respeito e encaminhando à Florianópolis, para que as medidas sejam tomadas junto ao governo.

Agradecemos a todos pela participação e contribuição. Esperamos contar com a presença no próximo encontro que será no dia 28 de setembro, a partir das 15 horas no Sinte.


domingo, 29 de julho de 2012

Juiz anula contrato de empresas com o plano SC Saúde do governo do Estado‏

Para o magistrado houve vício na licitação; governo nega e vai recorrer


Uma decisão da Justiça em primeira instância anulou o contrato entre o Estado e duas empresas que venceram um pregão para cuidar da gestão informatizada do plano SC Saúde.

Para o juiz Luiz Antonio Zanini Fornerolli, houve vício na licitação e conflito de interesses porque uma das empresas, a FESC, é da Unimed, que também presta serviços médicos ao convênio e não poderia atuar ao mesmo tempo na parte administrativa.

A sentença do juiz da Vara da Fazenda Pública, em Florianópolis, é só um capítulo de uma série de batalhas judiciais que vêm sendo travadas entre as duas empresas que foram eliminadas do pregão, a Benner, do Paraná, e a Connectmed-CRC, de São Paulo, com o Estado.

A Secretaria de Estado da Administração anunciou que vai recorrer no Tribunal de Justiça de Santa Catarina e que até lá não há nenhum risco de paralisação no atendimento do plano, que segue funcionando normalmente.

Em 2011, a Secretaria da Administração fez um pregão para contratar uma empresa responsável pela gestão informatizada do SC Saúde, que entrou em vigor no dia 1º de fevereiro deste ano em substituição ao convênio da Unimed.

Desde então, o Estado tem o seu próprio plano de saúde, o SC Saúde, que atende a 180 mil servidores públicos estaduais e dependentes.

O Consórcio Santa Catarina, formado pelas empresas FESC e Saúde Suplementar, venceu o pregão e firmou contrato com o Estado para o serviço de gestão informatizada do SC Saúde.

A Benner e a Connectmed foram à Justiça exigir a nulidade. Argumentaram que o edital destinava-se a contratação de empresas especializadas na prestação de serviços técnicos de autogestão e que a administração pública se ateve apenas a questão do software como referência.

No julgamento, o juiz observou que 99% das cotas da FESC pertencem à Unimed. Por isso, o magistrado entendeu que houve vício no processo, levando-se em conta que a UNIMED é a proprietária da empresa FESC e potencial prestadora dos serviços médicos ao SC Saúde, e assim não poderia ela mesma atuar em auditoria dos serviços prestados.

- A fiscalização dos serviços escaparia completamente das mãos da Administração, disso ficando exclusivamente encarregada a própria prestadora do serviço, o que significa um conflito de interesses imoral - destacou o juiz ao anular o pregão e o contrato entre as empresas vencedoras e o Estado.

"Não há vício ou imoralidade", afirma secretário

Responsável pelo processo de implantação do SC Saúde, o secretário de estado da Administração, Milton Martini, afirmou que não há vício na licitação ou imoralidade. Conforme Martini, o consórcio integrado pela FESC, que é da Unimed, cuida apenas do software e não da gestão do SC Saúde, que é do Estado.

- Licitamos esse serviço para uma empresa nos ajudar na gestão com o software. Não admito qualquer relação que queiram associar como imoral, afinal as desclassificadas não atenderam ao edital - disse Martini ao DC nesta quinta-feira, informando que o plano está em plena operação com quase seis mil prestadores do atendimento.

A sua assessoria jurídica informou que não há razão para pânico, pois tem cassado liminares e obtido pareceres favoráveis do Ministério Público.

Além disso, a assessoria observou ter conquistado no TJ, em outubro de 2011, uma medida determinando que nenhuma decisão judicial em torno do SC Saúde deve ser executada antes do processo transitar em julgado, ou seja, passar por todas as possibilidades de recursos disponíveis.

Por meio da assessoria de imprensa, a Unimed Santa Catarina relatou que não participou do processo de licitação do SC Saúde e por isso não poderia se manifestar.

A cooperativa afirmou que a criação da FESC se deu em razão da necessidade de atender demandas do mercado para melhor administrar os interesses de seus cooperados e clientes e que em nenhum momento descumpriu a legislação.

Fonte: Jornal ANotíca

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Resposta à nota publicada no Blog do Moacir Pereira e na nota do Informe Político do DC - Deschamps: "Lei do piso não é lei de reajuste salarial”

Concordamos com o Secretário da Educação que a Lei do Piso não é apenas uma lei de reajuste salarial. É sim uma lei que foi criada para resgatar as perdas históricas e as condições de aviltamento social e financeiro em que vivem os/as profissionais em educação do país.

De acordo com Deschamps “Toda a sociedade deseja uma educação de qualidade. Porém, precisamos realizar uma grande transformação no país, para que a educação de qualidade saia do discurso e se torne uma ação efetiva para a população”,

Em nosso entendimento são palavras bonitas, mas sem nenhuma eficácia diante de profissionais, responsáveis pela formação dos/das nossos/as jovens, estes que estão completamente desacreditados, desestimulados e com mais de 40% deles sofrendo com a Síndrome de Bournhaut que se configura em perda da autoestima, baixa produtividade, desestímulo com a profissão, stress e finalmente depressão.

O quadro que apresentamos não é um quadro recente, pesquisas feitas há bastante tempo pela UNB já apontavam para isto, no entanto todos os sintomas sempre foram vistos pelo poder público com leviandade. A única atitude tomada foi criar critérios punitivos em relação às licenças médicas para a contratação dos/as profissionais especialmente os ACTs.

O SINTE/SC vê com preocupação a posição dos secretários de educação, cujo objetivo deveria ser no sentido de garantir mais recursos imediatos para investimento na educação, sem responsabilizar mais uma vez quem faz educação no chão das escolas, não implementando uma gestão eficiente e responsável para o setor.

Entendemos que voltar novamente a discussão da aplicação da Lei do Piso é retroceder e ignorar as necessidades fundamentais dos/as profissionais que lidam com a educação. Se como afirma o secretário, que toda a sociedade deseja e o país necessita de uma educação de qualidade, é preciso que avaliemos com cuidado nossas ações e façamos da educação uma questão de estado e não de governo.

Andamento e Providências Acerca da Ação do SINTE Cobrando os Retroativos do Piso do Magistério e Demais Direitos da Categoria

Prezados Companheiros do Magistério Público Estadual,


Conforme indicação da Diretoria Executiva do SINTE/SC, a Assessoria Jurídica do SINTE/SC (CRISTÓVAM & PALMEIRA ADVOGADOS ASSOCIADOS) vem divulgar que ingressou com Ação Coletiva em nome do SINTE/SC (autos n. 023.12.041882-0), em favor de todos os membros do Magistério Estadual, levando ao Poder Judiciário as questões referentes ao Piso Nacional do Magistério, tanto para cobrar o direito da categoria ao Recebimento Retroativo (desde janeiro de 2010) dos reflexos da Lei do Piso Nacional aplicado na Carreira (mesmos percentuais de revisão em toda a Tabela Salarial), bem como a Impugnação da Lei Complementar Estadual n. 539/2011 e a cobrança da Aplicação do Reajuste de 22,22% do Piso Nacional a Todos os Níveis da carreira do Magistério Estadual.

Vale lembrar que o SINTE/SC já havia impetrado Mandado de Segurança Coletivo (Autos n. 2011.083330-0), pleiteando a aplicação do Piso Nacional no início da carreira, mas sobre a tabela salarial da Lei n. 1.139/92, substituída pela Lei Complementar Estadual n. 539/2011, sendo que tal processo está pronto para julgamento, aguardando a inclusão na pauta do TJSC.

O SINTE/SC também já ingressou com Ação Coletiva (Autos n. 023.11.056644-3), buscando a aplicação do art. 1º, § 4º da Lei do Piso Nacional (hora atividade de 1/3 da jornada de trabalho calculada sobre horas aula), bem como para cobrar os valores atrasados (indenização) dos períodos anteriormente trabalhados com carga horária a maior, sendo que estamos trabalhando para que essa ação seja julgada com a maior brevidade possível.

Por meio dessa nova Ação Coletiva (autos n. 023.12.041882-0), o SINTE/SC cobra a aplicação retroativa do Piso Nacional (desde janeiro de 2010) e para todos os níveis da carreira do Magistério Estadual, inclusive considerando a tabela salarial da Lei n. 1.139/92, que foi inconstitucionalmente substituída pela Lei Complementar Estadual n. 539/2011 (uma legislação que descumpre a Constituição, já que não assegura a valorização da carreira do magistério e sequer cumpre a própria Lei do Piso Nacional). Vale frisar também que todos os valores atrasados serão cobrados de forma individualizada, levando em conta os níveis e referências salariais de cada membro do Magistério Estadual.

Por isso, e para cobrar judicialmente os valores Retroativos do Piso do Magistério e os demais direitos sonegados pelo Estado, todos os associados (Ativos e Inativos) devem encaminhar ao SINTE/SC os seguintes documentos: a) 01 procuração; b) 01 pedido de assistência Judiciária; c) ficha financeira (desde 2009 – para demonstrar o descumprimento da Lei do Piso desde janeiro de 2010); d) ficha funcional completa; e) cópia da portaria de aposentadoria (no caso dos aposentados).

Alertamos, ainda, que a Ação ingressada pelo SINTE/SC já favorece a todos os Membros do Magistério Estadual (tanto na aplicação dos 22,22% como na cobrança dos valores atrasados), não sendo necessário que os associados promovam a contratação de advocacia particular para o ingresso de ações individualizadas, bastando apenas o envio da documentação acima listada.

Esperando ter contribuído com os esclarecimentos, reiteramos que uma categoria forte é construída por meio da luta na defesa de seus direitos! E a Assessoria Jurídica do SINTE/SC procura estar sempre firme e atuante no amparo jurídico da categoria nessa luta. Com votos de consideração e apreço, permanecemos.

ALVETE PASIN BEDIN
COORDENADORA ESTADUAL

ALDOIR JOSÉ KRAEMER
SECRETÁRIO DE ASSUNTOS JURÍDICOS E TRABALHISTAS
JOSÉ SÉRGIO DA SILVA CRISTÓVAM
CRISTÓVAM & PALMEIRA ADVOGADOS ASSOCIADOS
ASSESSORIA JURÍDICA DO SINTE/SC
http://www.cpadvogados.adv.br/

MARCOS ROGÉRIO PALMEIRA
CRISTÓVAM & PALMEIRA ADVOGADOS ASSOCIADOS
ASSESSORIA JURÍDICA DO SINTE/SC
http://www.cpadvogados.adv.br/

SINTE questiona declarações do Secretário Deschamps publicadas no Blog de Moacir Pereira


É estranho para o SINTE/SC ler as afirmações do Secretário com relação a possíveis negociações da CNTE com o MEC, visando uma mudança de reajuste do Piso Nacional do Magistério, isso porque, a campanha nacional promovida pela CNTE "Só o INPC não Dá. Vote contra o PL 3776", está acontecendo, e também faz parte do nosso calendário de lutas. O SINTE ainda reafirma as declarações da Professora Marta Vanelli, que cita que participar de reuniões e negociações faz parte do trabalho sindical, não significando que a maior entidade representativa da educação no Brasil, aceite o retrocesso na Lei que o Governo esta querendo impor.

O Piso é direito adquirido do magistério, é a única maneira de valorização desses profissionais. E assim como a CNTE, o SINTE não vai admitir mudanças na Lei do Piso. É fato, e concordamos com a Marta, de que a dificuldade dos Governos em cumprir e pagar o piso nacional se dá em função da má gestão pública, da utilização dos recursos da educação para pagamento de muitas pessoas contratadas desnecessariamente, como grande número de SDRs, onde estão lotados muitos professores, número excessivo de gestores escolares, como é o caso dos assessores de direção em várias escolas.

Com relação às afirmações de que estão adiantadas as negociações entre Governo e SINTE, sobre a definição do projeto de Lei do novo Plano de Cargos e Salários dos professores, o SINTE afirma que até hoje, nenhuma proposta clara foi definida, nem mesmo apresentada nas mesas de negociações, não temos prazos de pagamento, nem valores, nem tão pouco percentuais concretos de reajuste. O que o sindicato não vai aceitar, é que o Governo apresente um “pacotaço” para a categoria, e o envie a Assembleia Legislativa como fez no ano passado, destruindo a carreira do magistério.

Se o Governo afirma que na quarta-feira trará uma proposta concreta ao SINTE, estamos esperando. Tais propostas serão levadas a nossa Assembleia Estadual, que vai acontecer no próximo dia 15 de agosto. Quem vai decidir é o magistério!

Contatos:
Alvete Pasin Bedin – Coordenadora Estadual SINTE/SC
(49)9126-1380 (48)9177-3304

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(48)9931-1960 (48)9178-9477
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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Assembleia Regional

Dia: 18/07
Horário: 19h
Local: Sindicato dos Mecânicos - Rua Luiz Niemeyer, nº 184, centro.
Pauta: Negociações com o Governo e Organização das lutas para o próximo semestre.

sábado, 14 de julho de 2012

Professora. Aos 73 anos e 56 de profissão, Ofélia ainda exerce a atividade

Por: Roberto Szabunia

Joinville 
Suas paixões. Mesmo aposentada, Ofélia continua
lecionando na faculdade de administração de
empresas da Univille, ensinando matemática e estatística

 De uma coisa, a menina Ofélia tinha certeza: seria professora, como a mãe. “Eu não me via em outra profissão. Dar aulas era minha vocação e foi para alcançar esse objetivo que sempre me esforcei”, diz ela, 56 anos depois de ter estreado como professora. Quando criança, praticava dando “aulinhas” para as amigas da avó, imitando a mãe Clara e a primeira professora, Diva. Agora aposentada, aos 73 anos continua lecionando, na faculdade de administração de empresas da Univille, ensinando matemática e estatística, suas paixões.


Ofélia Gomes Machado nasceu em Canelinha, onde ficou até completar a quarta série do primário, máximo a que podia chegar na cidade. Sexta de uma prole de uma dúzia de irmãos, a partir da quinta série já estava em regime de semi-internato num colégio de freiras de Brusque. “Quando não estava em aula, eu trabalhava de babá na casa de Mário Olinger (deputado estadual durante quatro legislaturas, nos anos 50 e 60).” No mesmo colégio, Ofélia fez o ginásio normal, que habilitava a dar aulas em escolas rurais. O batismo de fogo como professora, com apenas 18 anos, foi num colégio rural na localidade de Cinema, em Brusque. Depois, Ofélia fez o curso normal em Curitibanos, lá se casou e, em 1964, chegava a Joinville com três filhos – o marido ainda ficaria um tempo em Lages. “Eu sonhava em fazer a faculdade, aí consegui uma transferência para Joinville. No dia 15 de fevereiro de 1964, começava a dar aulas no colégio Germano Timm.” Ofélia ficou hospedada alguns meses na casa do padrinho, Demerval Melim – pai de José Maria Melim, ex-diretor da Escola Técnica Tupy. Em 1967, era nomeada diretora do colégio Oswaldo Aranha; dez anos depois, assumia a direção do Gustavo Augusto Gonzaga, onde se aposentou em 1984.


Reconhecimento. No ano passado, Ofélia foi homenageada por
25 anos de serviço prestado à Univille

“Eu sonhava em fazer a faculdade, aí consegui uma transferência para Joinville. No dia 15 de fevereiro de 1964, começava a dar aulas no colégio Germano Timm.”



Foco na terceira idade

O sonho de fazer faculdade se consumou em 1972, quando recebeu o diploma do curso de matemática, feito na então Furj (hoje Univille). Também se formou em pedagogia pela ACE, fez incontáveis cursos de especialização, pós-graduações e o mestrado, até chegar ao doutorado, na UFSC. “Minha tese de doutorado defendia a implantação de uma universidade aberta para a terceira idade em Joinville.” Os diversos trabalhos e artigos escritos por Ofélia têm como foco as pessoas idosas, talvez num reflexo das primeiras “aulinhas” dadas às amigas da avó.

Além da Univille, onde ainda é professora, Ofélia deu aulas na ACE até o ano passado, na Udesc, na Utesc e no Colégio dos Santos Anjos. Fundou também o jardim de infância Grilo Falante. Dos filhos, nenhum seguiu a profissão: dois são advogados e a filha é farmacêutica. Dos seis netos, também ainda não percebeu qualquer inclinação para o magistério. Resta a esperança na bisneta.

Realizada na sua trajetória, escolhida desde a infância, a professora Ofélia só guarda boas recordações destes 56 anos. Algumas bem concretas, como uma pilha de bons trabalhos escolares feitos por antigos alunos. “Veja que capricho, que letra bonita, boa apresentação”, orgulha-se, mostrando só trabalhos e provas nota dez.

Exigente e rigorosa, Ofélia não condena a utilização da tecnologia em sala de aula, mas vê certo exagero: “Ficou muito cômodo fazer contas em calculadora e pesquisar na internet. Isto deveria ser um apoio ao aluno, e não uma parte do material escolar, como quase vem se tornando”. A escola do futuro, para ela, deve respeitar os ambientes complexos e diversificados, mas favorecendo a pesquisa e a formação das pessoas. “Vejo a escola do futuro nascendo de uma volta ao passado.”

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Amanhã é dia de mobilização!!!

Companheiros (as)

Conforme deliberação da reunião do Conselho Deliberativo do dia 07/07/2012, todas as regionais deverão encaminhar as atividades relativas ao dia 13 de julho, para marcar a passagem de um ano do ataque ao plano de carreira do Magistério, por parte do governo do Estado de Santa Catarina e referendado na Assembleia Legislativa.

Todas as escolas deverão parar suas atividades às 10h30min, 16h e 20h30min durante 10 minutos, com a posterior liberação dos alunos para a discussão sobre o plano de carreira. Deverão ser colocadas faixas nas escolas, utilização de tarja de luto, para mostrar a nossa indignação com a mudança do plano de carreira do Magistério Público Estadual.

Saudações Sindicais
SINTE/SC

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Encaminhamentos aprovados no Conselho Deliberativo

Entre as diversas propostas encaminhadas no último Conselho Deliberativo, que aconteceu dia 07 de julho, em Xanxerê foram aprovados os seguintes itens:


- Seminário sobre Questão de Gênero (Mulher): as origens da opressão feminina, machismo, mercado de trabalho, violência. Os estudos deverão acontecer no mês de outubro, o local e o dia ainda não foram definidos.


- Moção de apoio à greve dos servidores das Universidades Federais.

- Confecção de Jornal semestral do SINTE.


- No dia 13 de julho, data que completa 1 ano da aprovação do projeto que destruiu o plano de carreira do magistério, mobilização nas escolas. Em protesto, parada de 10 minutos com os alunos em sala, colocação de faixas nas escolas e trabalhadores com tarjas pretas no braço. Ficou definido que as manifestações deverão acontecer ao mesmo tempo, em todas as escolas e nos três turnos. Após a parada, os alunos serão dispensados e os professores deverão se reunir na própria escola para discutir a carreira e os planos de luta. Destas reuniões sairão os subsídios para a elaboração de uma cartilha sobre o plano de carreira.


- Mobilização do magistério para entrega de material de protesto aos parlamentares, se posicionando contra a atualização do Piso Nacional em cima do INPC, para que a lei não seja aprovada. Campanha Diga Não ao PL 3776/08!

- Retomada da discussão sobre a implementação da Lei 10.639 no Estado, que dispõe sobre a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Africana na educação básica.


- Assembleia Estadual entre os dias 07 e 15 de agosto, em Florianópolis. A data ainda será definida pela Executiva do SINTE/SC.


- Congresso Estadual do SINTE nos dias 15, 16 e 17 de novembro. O local ainda não está definido, podendo as regionais se candidatar a sediar o evento, o prazo é de uma semana. Durante o conselho algumas cidades já se candidataram.


- Marcha Nacional da Educação pelo Piso Nacional, dia 05 de setembro, em Brasília.


- Mesa de Negociações com o Governo (CONER): ficou decidido que o SINTE não vai optar por nenhuma das tabelas apresentadas pelo Estado, visto que, nenhuma delas contempla as reivindicações da categoria. O sindicato vai exigir que o Governo determine quando, e como vai pagar a diferença que falta para completar os 22% do piso para todos, solicitando que o pagamento aconteça ainda em 2012.




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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Conselho Deliberativo do SINTE vai decidir planos de luta para a categoria

Mais uma vez o Governo deixa o magistério na mão. Outra reunião é cancelada, demonstrando claramente o descaso do Estado com os trabalhadores da educação de Santa Catarina. Já estava agendada reunião com o Conselho Deliberativo do SINTE, para o dia 30 de junho, porém, a Diretoria Executiva decidiu suspender a reunião e esperar pelas propostas que deveriam ser entregues hoje, 04 de julho, pelo CONER, e seriam levadas para discussão com os líderes sindicais das regionais, de novo, o Governo não cumpriu sua palavra.

A diretoria executiva do SINTE entrou em contato com Décio Vargas, Coordenador do CONER, para cobrar uma posição, ele prometeu que amanhã estará encaminhando proposta para o SINTE, isso porque já está agendada a reunião do conselho deliberativo para o próximo dia 07 de julho, em Xanxerê. Será nesta reunião, que os sindicalistas de todo o Estado deverão estudar as propostas feitas pelo Governo e definir planos de luta para o magistério.

Ressaltamos que a categoria suspendeu a greve em maio de 2012, já que o Governo de forma autoritária afirmou que só negociava com o fim do movimento. O SINTE acreditou que com um prazo maior, o Estado poderia estudar e apresentar uma proposta clara e decente para o magistério, o que até hoje não aconteceu.

Até o momento, o CONER apresentou apenas tabelas provisórias, conforme publicadas na nossa Fan Page: http://www.facebook.com/unidospelaeducacao/app_182667455607 estas que desrespeitam os princípios do plano de carreira do magistério e não atendem as revindicações da categoria. Os prazos para o pagamento do piso também nunca são apresentados, sendo assim, o Governo não assume o compromisso feito com o grupo de negociações e com a categoria.

Com relação à reposição, os professores encaminharam os calendários para a SED, e estão repondo as aulas, mas mesmo assim o Governo está descontando as faltas de suas folhas de pagamento, e ninguém sabe quando esses valores serão devolvidos. O Governo ainda não sinalizou com nenhum documento oficial, a definição de uma data para a devolução dos descontos. O SINTE exige que seja definido um prazo para essas devoluções, a fim de garantir a reposição de todas as aulas.

Surgem ainda, na folha de pagamento dos servidores, descontos indevidos. Estes que pela ação do SINTE em questionar o Governo e exigir a tomada de providências, se transformaram em folha suplementar, que deveria corrigir tal problema, porém até o momento os valores descontados indevidamente não foram pagos. O Governo culpou o sistema pela falha.

É inadmissível que um Governo trate com tanto desrespeito uma categoria que só quer o que seu de direito, um salário digno, de acordo com a Lei do Piso Nacional, bem como, uma carreira, para que os profissionais que dedicam a vida pela educação tenham o mínimo de respaldo financeiro para sobreviver e sustentar suas famílias.

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SINTE/SC vai a SED para questionar problemas no edital de remoção

Hoje encerra o prazo para a remoção dos professores que desejam mudar de escola, previsto no edital publicado pela Secretaria de Estado de Educação. Contudo, a diretoria executiva do SINTE se encaminhou para a SED, nesta tarde, 04 de junho, já que o Governo mais uma vez cancelou a audiência agendada para hoje, para tratar dos vários problemas relacionados ao processo de remoção no estado de SC, já que as tentativas anteriores de contato com o Governo para a solução dos mesmos não surtiu efeito. Foram apontados as seguintes deficiências no processo:


1 – Lotação e remoção dos professores em atribuição de exercício;

2 – Alteração de carga horária;

3 – Lotação dos professores oriundos de escolas municipalizadas;

4 – Ponto 1.3 do edital de remoção (08/2012), que prevê a remoção para outra vaga com a mesma carga horária, ou seja, sem possibilidade de alteração da carga horária. Porém, o SINTE teve conhecimento através de comunicado enviado pela GERED Regional, que será possível a remoção para vagas com carga horária diferente da atual. O que causa uma confusão para o magistério. Afinal, o que tá valendo? O edital, ou o comunicado da GERED?

Diante dos fatos, o sindicato pretende se reunir com o Governo para que seja pensada a possibilidade da prorrogação do edital, que sejam corrigidos pontos em aberto nesse processo, e que nenhum trabalhador (a) saia prejudicado.

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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Atenção Magistério! Esta aberto Edital de Remoção

Estarão abertas, no período de 2, 3 e 4 de julho de 2012, as inscrições para o Concurso de Remoção e Lotação aos ocupantes do Cargo de Professor do Quadro do Magistério Público Estadual, previsto no artigo 67, da Lei nº 6.844/1986, e no Decreto nº 2.973/1998.


Veja o edital, a ficha de inscrição, formulário de tempo de serviço e as vagas disponíveis pelo site:
http://www.sed.sc.gov.br/secretaria/concurso-de-remocao-2012

Violência nas Escolas

Trabalhadores da E.E.B. Presidente Médici protocolam documento exigindo segurança

Na última terça-feira (12/06) trabalhadores da Escola Presidente Médici no, bairro Boa Vista protocolaram na SDR e na Gered documento denunciando a situação de violência escolar vivenciada pelos profissionais da instituição, exigindo das autoridades competentes uma solução imediata para o problema.

Os profissionais reclamam da falta de segurança e temem pela própria vida. “A situação está difícil na escola e não temos mais tranquilidade para trabalhar”, diz um profissional que atua no período noturno.

De acordo com os relatos, duas semanas atrás vândalos invadiram o colégio, um deles escalou o pilar da entrada da instituição, pulou a janela entrando em uma sala de aula causando pânico em alunos e professores.

Foi relatado também, que há consumo de drogas dentro da escola e possível tráfico. O outro ponto preocupante relatado pelos trabalhadores é o fato de alunos estarem comparecendo à escola armados com arma de fogo.

O pátio de acesso à escola, que serve de estacionamento, não tem iluminação, e qualquer pessoa pode entrar livremente a qualquer hora, pois o portão fica aberto e não há controle. Já ocorreu de pessoas estranhas à escola entrarem de carro, ligarem o som em alto volume e saírem dando cavalo de pau, além de danificarem os carros dos professores.

Até o momento não se teve resposta para os ofícios encaminhados.