Sinte - Regional de Joinville

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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Encaminhamentos da assembleia do dia 28/4

No dia 28/4, os trabalhadores em educação da regional de Joinville reuniram-se em assembleia para discutir a Reforma da Previdência, a Reforma Trabalhista e os ataques à educação pública levados a cabo pelos governos de Temer e Colombo.

Na pauta, também esteve o debate sobre o papel das direções sindicais neste momento de profundo ataque aos direitos da classe trabalhadora e da juventude.

Ficou encaminhado e aprovado pelos trabalhadores presentes uma moção à executiva estadual do Sinte/SC, em que se exige que uma nova data para a assembleia estadual seja marcada, bem como reunião do Conselho Deliberativo. Nesta mesma moção, os servidores de Joinville exigem também que a direção estadual lute pela anistia da falta do dia 28/4, deliberada por várias centrais sindicais como dia de Greve Geral, e não a opção pela reposição desse dia conforme orientado em nota emitida pela estadual no dia 25/4, que pode ser lida no link abaixo:

http://sinte-sc.org.br/…/nota-de-esclarecimento-sobre-a-fa…/

Além disso, os servidores também aprovaram uma moção de repúdio contra a reabertura do processo administrativo do professor Adilson Mariano, afastado do exercício de seu trabalho por erro da Gerência de Educação de Joinville. A SED havia acatado a defesa do professor, acordando a existência de um erro em seu processo de afastamento. No entanto, recentemente o processo foi reaberto e o professor foi afastado da sala de aula. Os servidores da regional de Joinville e a direção regional do Sinte concordam que este procedimento tem explicitamente um caráter político, uma vez que professor sempre esteve em defesa árdua dos direitos da classe trabalhadora e da juventude.

Outro encaminhamento aprovado na assembleia foi um abaixo-assinado em que se pede a revogação dos nomes de três das quatro escolas prestes a serem inauguradas na regional de Joinville. Todas elas levarão o nome de “E.E.B. Luiz Henrique”, um dos governadores que mais atacou a educação pública e seus trabalhadores no estado de Santa Catarina.

Por conta do fechamento das escolas e da inclusão de novas escolas no POE (Plano de Ofertas Escolares), ficou aprovada a realização de assembleias em todas as escolas que correm o risco de fechamento de turmas, de turnos ou mesmo de toda a estrutura. Um abaixo-assinado solicitando informações sobre o futuro da escola E.E.B. Maestro Manoel também foi aprovado.

Às 10h, todos os trabalhadores em educação presentes na assembleia participaram de um grande ato com outros trabalhadores e categorias da cidade de Joinville, que contou com mais de 5 mil pessoas na rua, mostrando para o governo que não vão aceitar que seus direitos sejam duramente atacados.


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