Sinte - Regional de Joinville

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terça-feira, 10 de março de 2015

Assembleia Estadual delibera Greve para dia 24-03

Com o Centro Sul em Florianópolis lotado com mais de 2000 pessoas, os trabalhadores em Educação deliberaram por um calendário de mobilização até dia 24-03.

A Assembleia estava bastante dividida entre a proposta de greve a partir deste dia 10 e greve a partir do dia 24. Após três votações conseguiu-se definir qual a proposta vencedora. 

O calendário ficou da seguinte forma:
- Greve imediatamente se a MP 198 for a votação.
- Assembleias Regionais até dia 18-03.
- Assembleia Estadual dia 24-03.
- Aulas de 30 minutos até dia 24-03.

As aulas reduzidas servirão para, após as 5 aulas de 30 minutos, os professores se reunirem e discutirem profundamente a proposta do governo e também para conversar com a comunidade.

Em relação a MP o Sinte continuará indo à ALESC nas terças-feiras.

É hora de construir a GREVE em todas as 30 regionais do SINTE! 







Um comentário:

  1. Em resposta ao post intitulado, Educação: prevaleceu o bom senso

    Acredito que seja um “olhar”, com a devida vênia, míope, no entanto, concordo que a decisão tomada tenha sido a de cautela.
    Com relação ao “olhar” que carece de uma “lente” adequada para enxergar o fato, a experiência de longas jornadas de “intempéries” profissionais, em raros momentos, para não ser injusto, logramos êxitos no que diz respeito ao apoio dos pais e a comunidade, quando não, apoio dos próprios profissionais.
    No que diz respeito ao consenso da categoria, pouco provável, pois a própria decisão foi o retrato de um dissenso, corroborada pelo próprio jornalista quando afirma, “se fosse decretada a partir de hoje, a greve corria o risco de rachar e de se esvaziar, comprometendo o movimento”. Que garantia possui a categoria que essa cisão não acompanhará a dinâmica daqui para frente? Questão que embute a resposta pessimista? Não! Olhar do que se observa ao longo de uma carreira profissional e sindicalizado deste os tempos da ALISC.
    Apostar na construção deste consenso, sabemos o quão efêmero o é. A greve de 2011 que o diga, durante certo tempo, forte e coesa, porém, bastou uma decisão questionada por muitos da categoria e a utilização de um termo infeliz como a palavra “avanço” pôs fim ao movimento, como também, a confiança de que juntos somos fortes e as possibilidades aumentam para a conquista das reivindicações. Alguns diriam ou dirão, mas a conjuntura é a outra. Pode ser! Contudo, o presente guarda muito do passado e, quem não conhece poderá repetir os erros como se fossem inéditos.
    Aproveitando a deixa e recordando tempos atrás, o ex-governador e atual senador da República, concedendo entrevista ao jornalista, acredito com registro nos anais da RBS, falou da necessidade em diminuir a “distância” entre o maior do menor salário. Coincidência ou não é o fato que temos nos dias de hoje, porém, com a expressão de compactação da tabela salarial.
    Quanto ao governo que segundo o jornalista “revelou sensibilidade [...]”, desculpe, mas a “mira” era a base aliada, exclusivamente. Quanto praticar o “gesto de boa vontade”, a vida e a literatura tem ensinado que em política há conveniências e interesses, tão somente.
    Curiosidade a parte, lendo o portal G1 de Santa Catarina há um chamada para o risco que corre o Estado de ultrapassar limite com a folha de pagamento, pois de acordo com Antonio Gavazzoni, nos últimos seis (6) anos, a arrecadação foi acima de 10% e, nesse primeiro trimestre foi de 6%. E com a previdência (IPREV) não é diferente, pois se encontra em “déficit previdenciário”.
    Será um comunicado, “não vem que não tem”?!
    Por fim, homenageio o grande mestre Ariano Suassuna, eternizado em nossas memórias: “O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso”.

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