Sinte - Regional de Joinville

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domingo, 4 de dezembro de 2011

Mobilização contra a municipalização

Estaremos realizando nesta terça-feira (06/12), às 19h no Sinsej, um seminário para discutirmos a municipalização do ensino em Santa Catarina, com destaque para a situação na nossa regional.

Precisamos estar mobilizados para barrar a municipalização no maior número de municípios. Para isto é importante entendermos o que ela significa e quais as implicações para os profissionais da educação e comunidade.


São Francisco do Sul diz não a municipalização

Comunidade da Escola Annes Gualberto de São Francisco do Sul diz não a municipalização e projeto de lei fica para discussão no próximo ano.

Em audiência pública realizada pela Câmara de Vereadores na última segunda-feira (29/11) com a participação do SINTE Joinville, SINTE Estadual, GERED, Secretaria Municipal de Educação, SED, Associação de Moradores e a comunidade escolar, os vereadores se comprometeram a não votar o projeto de lei que trata da municipalização. Isto foi resultado da mobilização da comunidade escolar, que mostrou força e organização na luta contra a municipalização.

Garuva no mesmo caminho

Próximo desafio é conseguir o mesmo compromisso dos vereadores da cidade de Garuva, que nesta segunda-feira (05/12) deverão levar à votação o projeto de lei que trata da municipalização.

Convidamos todos para se fazerem presentes na Câmara de Vereadores de Garuva às 19h para acompanhar a sessão. Nossa presença poderá fazer com que os vereadores votem contra a proposta do prefeito.

Em Joinville a municipalização é tema de reunião na Câmara de Vereadores

Após informações de que as escolas Albano Schmidt e Plácido Xavier seriam municipalizadas, pais destas escolas procuraram a câmara de vereadores de Joinville em busca de esclarecimentos. Isto obrigou a comissão de educação a chamar uma reunião extraordinária para discutir o assunto. Foram convidados o Sinte Joinville, a GERED e a Secretaria municipal de educação.

Diante de muitas informações desencontradas a GERED foi obrigada a admitir que não havia nada decidido, e que em 2012 permanece tudo como está.

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